Em 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ampliou sua articulação com os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e instituições públicas para antecipar riscos climáticos que possam comprometer o deslocamento de eleitores, o acesso às urnas e a logística do pleito, por meio da Sala Nacional de Situação Climática, unidade criada especificamente para monitorar eventos extremos como chuvas intensas, enchentes, deslizamentos e secas em todo o território nacional.
Coordenação Estratégica entre TSE e TREs para Mitigação de Riscos Climáticos
A Sala Nacional de Situação Climática, instituída pelo TSE, consolida dados geográficos e meteorológicos coletados em reuniões com os TREs de todas as regiões, permitindo a elaboração de mapas de risco, boletins técnicos e recomendações operacionais que subsidiam o planejamento eleitoral em áreas vulneráveis à degradação ambiental.
O modelo prevê apoio logístico das instituições parceiras — Inmet, SGB, PRF, DPU, O AB e demais órgãos públicos — para garantir que condições climáticas adversas não interfiram no funcionamento das mesas eleitorais ou na entrega dos materiais necessários à condução do voto.



