No Golfo Pérsico, em 8 de setembro, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã afirmou ter afundado dois destróieres norte-americanos (DDG-119 e DDG-53) e oito petroleiros iranianos, em retaliação a um bombardeio americano a cinco embarcações iranianas no Golfo de O mã, enquanto simultaneamente alvejava 10 navios comerciais no Estreito de O rmuz, incluindo o M/T Derya, atingido nas proximidades da ilha de Kharg.
Contexto Estratégico e O peracional dos Conflitos Marítimos
A apuração realizada por agências internacionais confirmou a versão iraniana quanto ao número de alvos atingidos, com o Centcom reconhecendo o impacto dos ataques sobre os navios norte-americanos, que estavam equipados com sistemas Aegis e mísseis de cruzeiro, embora não tenha confirmado a efetividade total do afundamento dos destróieres.
O s confrontos fazem parte de uma escalada de tensões decorrente da ofensiva militar dos EUA contra cinco petroleiros iranianos, após dois lançamentos de mísseis balísticos contra navios de guerra americanos nas 48 horas anteriores, o que desencadeou a resposta iraniana no Golfo Pérsico e no Estreito de O rmuz.
Dois destróieres norte-americanos (DDG-119 e DDG-53) e oito petroleiros foram declarados afundados pela Guarda Revolucionária Islâmica em retaliação a um bombardeio americano.
Repercussão Internacional e Desdobramentos Jurídicos
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos mantém posição de cautela, afirmando que avalia os danos com base em evidências técnicas e que as tripulações foram advertidas previamente para abandonar as embarcações, conforme relatado pelo Centcom.
Enquanto isso, autoridades iranianas reiteram a legitimidade da ação como retaliação proporcional e ameaçam ampliar os ataques a ativos petroleros no Kuwait e Bahrein, exigindo evacuación imediata das tripulações navais.



