A 16ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 28 de setembro, aponta Flávio Bolsonaro (PL) como o candidato mais rejeitado na corrida presidencial, com 51% dos eleitores manifestando intenção negativa, enquanto Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48% de rejeição, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais e com intervalo de confiança de 95%, baseado em amostra de 2.000 eleitores entrevistados por telefone entre 25 e 27 de setembro.
Contexto Institucional e Metodologia da Pesquisa Eleitoral
O levantamento encomendado pelo BTG Pactual e realizado pela Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, da FSB Holding, manteve rigor metodológico ao conduzir entrevistas telefônicas com 2.000 eleitores entre os dias 25 e 27 de setembro, com margem de erro de dois pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, conforme registrado no TSE sob o número BR-07557/2026.
O cenário atual revela Flávio Bolsonaro liderando a taxa de rejeição entre os candidatos à Presidência pela terceira edição consecutiva da sondagem BTG/Nexus, superando Lula por três pontos percentuais no primeiro turno, embora o segundo turno apresente empate técnico com 46% a 44%, dentro dos limites estatísticos da pesquisa.
Flávio Bolsonaro registra taxa de rejeição histórica de 51%, enquanto Lula oscila para 48%, sinalizando polarização acirrada nos últimos sete dias eleitorais.
Repercussão Política e Estratégias de Campanha
Autoridades do Tribunal Superior Eleitoral reforçam que o empate técnico no segundo turno entre Lula e Flávio — bem como com Ronaldo Caiado — permanece juridicamente válido, apesar da instabilidade nas intenções de voto do primeiro turno, onde o petista avançou dois pontos percentuais para 42% frente aos 37% do senador.
Enquanto isso, a campanha de Flávio intensifica esforços para neutralizar críticas sobre seu posicionamento sobre temas sensíveis, como a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre a proibição de exibições públicas de Nossa Senhora das Mercês durante período eleitoral, que segundo analistas políticos pode beneficiar indiretamente a candidatura do petista ao reduzir tensões sectárias.


