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Política

Flávio Bolsonaro reafirma respeito religioso após recuo da CNBB

PorRebeca LigabueVerificadoOrtografia IAPublicado Há 42 min
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Flávio Bolsonaro reafirma respeito religioso após recuo da CNBB
Fatos Rápidos da Notícia
  • Flávio Bolsonaro (PL), senador e candidato à Presidência, recuou após a CNBB publicar nota esclarecendo que a alegação de que Nossa Senhora Aparecida deixaria de ser padroeira do Brasil era falsa e uma fake news
  • Em depoimento em campanha em São Paulo, Flávio afirmou que a fake news foi compartilhada pela Janja, Simone Tebet e pela esquerda para desgastar sua imagem, e negou em 27/9 qualquer intenção de retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida
  • O ministro André Mendonça do STF proibiu a veiculação de posts que ligavam Flávio Bolsonaro a Nossa Senhora Aparecida, mas a decisão foi derrubada por Flávio Dino, que pediu ao plenário do STF que decidisse definitivamente o caso
Resumo Editorial

Flávio Bolsonaro nega fake news sobre Nossa Senhora Aparecida, atribui a CNBB ao PT e agentes internos, reforçando postura religiosa.

No âmbito da campanha eleitoral, o senador Flávio Bolsonaro (PL) reafirmou o respeito à tradição religiosa ao reconhecer, após a publicação de nota oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que a alegação de que Nossa Senhora Aparecida deixaria de ser padroeira do Brasil constituía uma fake news, negando categoricamente qualquer intenção de afastar a figura mariana do pedestal nacional e atribuindo a ação ao Partido dos Trabalhadores e à suposta colaboração de agentes dentro da própria CNBB.}.

Contexto Institucional e Histórico da Polêmica

A CNBB confirmou categoricamente que a narrativa de que Nossa Senhora Aparecida deixaria de ser padedeira do Brasil era uma "grande mentira" e "a maior fake news dessa campanha".

Repercussão Jurídica e Institucional

Atenção / Ponto Crítico
O STF determinou que o plenário deve apreciar definitivamente o caso até 30 de outubro, sob pena de manutenção da suspensão cautelar ou aplicação de sanções por descumprimento da ordem judicial.

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