O Ministério Público do Chile pediu a prisão de Jorge Valdivia, ex-jogador do Palmeiras, por crimes sexuais. O promotor da Unidade de Gênero, Rodrigo Célis, solicita 12 anos de reclusão por estupro e mais 10 anos por abuso sexual, totalizando 22 anos de encarceramento. As denúncias envolvem duas mulheres diferentes e os crimes teriam ocorrido nos dias 18 e 20 de outubro de 2024.
O primeiro caso teria acontecido no dia 20 de outubro, quando uma vítima se encontrou com Valdivia em um restaurante peruano em Providencia, Santiago, e, após ingerir bebidas alcóolicas, afirma não se lembrar do ocorrido. No segundo caso, registrado no dia 18, um encontro no restaurante El Toro, em Vitacura, teria terminado na residência do acusado. A ex-deputada Maite Orsini depôs como testemunha para ajudar na reconstrução dos fatos.
A defesa de Valdivia nega as acusações e sustenta que todas as relações sexuais foram consensuais. Segundo os advogados, há registros de vídeo que respaldam a versão do ex-atleta e eles pedem cautela para evitar julgamentos antecipados, ressaltando o direito à presunção de inocência. Valdivia é ídolo no futebol brasileiro pelo Palmeiras, onde conquistou títulos como a Copa do Brasil e o Campeonato Paulista.

