Anitta, a cantora internacionalmente reconhecida, foi convidada pelo amigo David Brazil para assumir o papel de rainha de bateria da escola de samba Grande Rio, embora a instituição ainda não tenha formalizado sua nomeação, com a assessoria confirmando que conversações estão em curso e nenhuma decisão definitiva foi anunciada até o momento. A situação envolve ainda uma polêmica sobre a recusa da artista em participar da cerimônia de coroação tradicional, conforme alegado pela ex-rainha de bateria Virginia Fonseca, que acusou Anitta de impedir a transferência simbólica da coroa devido a exigências da próxima dirigente.
Contexto Institucional e Dinâmica das Negociações
A apuração revelou que o convite partiu da própria Grande Rio, mediado pelo produtor cultural David Brazil, conhecido por sua atuação junto à comunidade carnavalesca e por ter previously coordenado projetos de alto perfil para escolas de samba. Apesar da ausência de confirmação oficial, a assessoria da escola informou ao que as tratativas seguem sem interrupções, com Anitta receptiva à proposta e comprometida em participar ativamente do desenvolvimento do samba-enredo, conforme declarações públicas.
As especulações ganharam força após declarações recentes da cantora ao jornal O, nas quais ela enfatizou que sua aceitação depende da aprovação da comunidade e do alinhamento com os valores culturais do enredo, ressaltando que o projeto parece 'feito sob medida para o meu álbum', indicando um esforço colaborativo entre artista e agremiação em busca de representatividade e inovação no carnaval.
Anitta afirmou que o convite para atuar como rainha de bateria da Grande Rio está alinhado ao seu álbum e ao resgate cultural do samba como manifestação ancestral.
Repercussão O ficial e Cenários Futuros
A equipe de Virginia Fonseca emitiu nota técnica afirmando que a ausência da passagem de coroa se deu por imposição da próxima rainha designada, decisão que a escola optou por respeitar integralmente, mantendo postura de imparcialidade diante da tradição carnavalesca.
Especialistas em cultura popular apontam que a controvérsia reflete tensões históricas entre celebridades e comunidades tradicionais, mas destacam que a Grande Rio tem precedência em negociar com personalidades públicas sem prejuízo à autenticidade do desfile.



