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Política

Dólar recua à vista enquanto Flávio Bolsonaro lidera Lula em nova pesquisa eleitoral

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 45 min
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Dólar recua à vista enquanto Flávio Bolsonaro lidera Lula em nova pesquisa eleitoral
Fatos Rápidos da Notícia
  • O dólar fechou a sexta-feira (9) em queda de 0,47%, cotado a R$ 5,0005 na venda
  • No dia anterior, o dólar à vista subiu 0,17%, encerrando a sessão a R$ 5,0240
  • O Banco Central realizou leilão de 50.000 contratos de swap cambial com vencimento em 3 de novembro
Resumo Editorial

O dólar fechou em queda de 0,47% após nova pesquisa eleitoral que colocou Flávio Bolsonaro à frente de Lula, enquanto o BC injetou liquidez via leilão de 50 mil contratos de swap.

O dólar fechou a sexta-feira (9) em queda de 0,47%, cotado a R$ 5,0005 na venda, após nova rodada de pesquisas eleitorais sinalizarem Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cenário presidencialista, enquanto o Banco Central injetou liquidez cambial por meio de leilão de 50.000 contratos de swap para vencimento em 3 de novembro.

Contexto Eleitoral e Mecanismos Cambiais de Intervenção

A pesquisa consolidada pela IBOPE, divulgada na manhã da véspera, apontou Flávio Bolsonaro com 31% das intenções de voto, contra 28% de Lula, indicando uma dinâmica de volatilidade política que repercutiu diretamente nos mercados financeiros; o recuo do dólar, registrado às 9h27, ocorreu em sintonia com a apreciação do real diante da expectativa de estabilidade fiscal sob um eventual novo mandato.

No dia anterior, o dólar à vista registrou alta marginal de 0,17%, encerrando a sessão a R$ 5,0240, antes da intervenção do Banco Central no leilão de swaps cambiais realizado às 11h30 com oferta de 50.000 contratos para vencimento em 3 de novembro, instrumento utilizado para conter pressões inflacionárias e garantir fluidez cambial.

Ponto de Destaque

O dólar valorizou 0,47% na semana, fechando a R$ 5,0005 após duas pesquisas eleitorais que impulsionaram o apetite por ativos brasileiros

Repercussão Política e Diretrizes Monetária-Fiscal

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a combinação entre política fiscal responsável e intervenções pontuais do Banco Central assegura a autonomia do regime cambial sem prejuízo à confiança institucional.

Especialistas apontam que a volatilidade observada reflete não apenas fatores domésticos, mas também a attenção global aos rumos da economia americana e à trajetória da taxa Selic no ciclo de aperto monetário brasileiro.

Atenção / Ponto Crítico
O Banco Central deve concluir até 3 de novembro as operações de swap cambial para evitar desequilíbrio no mercado futuro

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