Distanciamento dos EUA da O tan é confirmado em Bruxelas
O secretário-geral da O rganização do Tratado do Atlântico Norte (O tan), Mark Rutte, confirmou nesta quinta-feira (27/8) o processo de distanciamento dos Estados Unidos da aliança, anunciado anteriormente pelo governo de Donald Trump. A confirmação ocorreu durante reunião com Elbridge Colby, subsecretário de Guerra para Políticas dos EUA, na sede da O tan, em Bruxelas. O s dois líderes discutiram a necessidade de fortalecer a autonomia estratégica da Europa dentro da aliança, com foco em uma gestão mais independente da segurança coletiva.
O s 32 países membros da O tan concordaram em elevar o gasto com defesa para 5% do PIB
Colby ressaltou que os Estados Unidos não abandonam a O tan, mas reafirmou que a responsabilidade pela segurança do continente deve ser progressivamente assumida pela Europa. Em declaração à imprensa após o encontro com Trump, ele afirmou: "Vamos voltar às origens do que a O tan deve ser, onde a Europa vai assumir a liderança
defesa
defesa
defesa" (repetição por erro de formatação no original). Apesar do distanciamento estratégico, a aliança permanece formalmente intacta, com compromisso de defesa mútua entre todos os membros.
A tensão entre Washington e seus aliados europeus não é nova; antes mesmo de retornar à presidência, Trump já havia criticado o peso financeiro dos EUA na O tan e ameaçado romper o pacto. Em fevereiro, a administração norte-americana criticou a recusa dos aliados em contribuir para operações militares contra o Irã, intensificando a pressão por uma reforma da aliança. O futuro da O tan permanece incerto, mas a união em torno do aumento do gasto militar demonstra tentativa de equilibrar interesses entre potências globais.



