O governo de Donald Trump intensificou as ações judiciais contra estados norte-americanos a poucos dias das eleições de meio de mandato, que definirão o equilíbrio de poder em Washington nos dois últimos anos do mandato presidencial.
No Alasca, o Departamento de Justiça protocolou uma ação judicial revisada para impedir a certificação dos resultados caso os republicanos sofram uma derrota apertada na disputa pelo Senado, com base em alegações de que democratas teriam recrutado um candidato de nome parecido para desviar votos do republicano em exercício.
Na Califórnia, o mesmo departamento emitiu intimações dentro de uma investigação criminal sobre supostos votos de não cidadãos, conforme documentos analisados pela Reuters.
Essas medidas configuram uma intervenção federal extraordinária em eleições estaduais, que são administradas localmente segundo a Constituição dos EUA, e levaram autoridades eleitorais de todo o país a se prepararem para novos desafios jurídicos vindos de Washington à medida que o dia 3 de novembro se aproxima.



