A entregadora, que estava em um carro próximo a um condomínio de luxo na Vila Leopoldina, foi atingida na região abdominal durante uma ação policial destinada a prender uma quadrilha que assaltava um apartamento no prédio. Ela foi levada ao Hospital Universitário da USP, onde permanece na UTI com o projétil ainda alojado no corpo.
Após ser atingida, a vítima teve o pulmão e o rim perfurados e passou por cirurgia para retirada do baço. Os médicos decidiram não remover a bala devido ao risco de complicações para a saúde da paciente, que já recebeu doações de sangue ao dar entrada na unidade.
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo abriu investigação para apurar a origem do disparo. Segundo informações obtidas pelo Metrópoles, os policiais teriam direcionado os tiros ao veículo ao perceberem que o marido da entregadora corria da portaria do prédio em direção ao carro, acreditando que um dos criminosos estivesse no local.
Ao constatar que o automóvel pertencia a civis, os agentes passaram a prestar assistência à vítima e abriram caminho para que ela fosse socorrida até o hospital.
