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Polícia

João Munhoz abandona presídio e ficará sob tornozeleira eletrônica após absolvição judicial

PorCaio RamosVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 17:06
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João Munhoz abandona presídio e ficará sob tornozeleira eletrônica após absolvição judicial
Fatos Rápidos da Notícia
  • João Munhoz Neto, de 34 anos, foi solto da prisão de Aquiraz (CE) na tarde de 1º de outubro, após 10 dias de detenção.
  • A Justiça determinou a aplicação de medidas cautelares, incluindo monitoramento por tornozeleira eletrônica, proibição de sair da comarca e distanciamento dos familiares da vítima.
  • O MPCE e o Tribunal de Justiça do Ceará confirmaram que o caso segue em segredo de justiça, enquanto a defesa busca provar a inocência do acusado.
Resumo Editorial

João Munhoz, absolvido após 10 dias de prisão preventiva, passará a cumprir liberdade condicional com tornozeleira eletrônica e restrições de deslocamento.

Na tarde de 1º de outubro, João Munhoz Neto, de 34 anos, deixou o presídio de Aquiraz (CE), onde permanecera detido por 10 dias sob investigação de envolvimento na morte da namorada, Isabelle Caracristi, após a decisão da 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza revogar sua prisão preventiva, restabelecendo sua liberdade condicional com a imposição de tornozeleira eletrônica, proibição de sair do perímetro jurisdicional e distanciamento dos familiares da vítima.

Contexto Institucional e Procedimentos Judiciários

As imediações do presídio de Aquiraz foram palco, na quinta-feira (1º/10), do encerramento da prisão preventiva de João Munhoz Neto, profissional do direito que, desde 22 de setembro, encontrava-se sob custódia preventiva em razão da suspeita de práticas que configurariam violência psicológica e indução ao suicídio contra Isabelle Caracristi, então com 22 anos.

A apuração coordenada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e pela Polícia Civil incluiu o oitavoitavoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivoitivo itivosoito e a realização de 28 oitavos testes testemunhais, 13 laudos periciais elaborados pela Perícia Forense do Ceará (Pefoce) e a apreensão de dispositivos eletrônicos e gravações de câmeras do condomínio, elementos que embasaram a decisão judicial que reconheceu a ausência de risco efetivo à ordem pública e à integridade da vítima.

Ponto de Destaque

João Munhoz Neto, solto após 10 dias de prisão preventiva, permanece sob monitoramento por tornozeleira eletrônica e proibido de se afastar da comarca onde ocorreu o crime.

Repercussão Institucional e Próximos Desdobramentos

O Tribunal de Justiça do Ceará e o MPCE confirmaram que o caso permanece sob sigilo de justiça enquanto a defesa busca comprovar a inocência do acusado por meio de novas perícias e oitavas testemunhais complementares.

A advogada Lígia Peixe, responsável pela defesa, afirmou que o cliente seguirá ativamente no processo para esclarecer os fatos e negar categoricamente qualquer envolvimento na morte da jovem.

A mãe da vítima, Isorlanda, organizou manifestação pública pedindo justiça por Isabelle Caracristi, demandando transparência e a aplicação rigorosa da lei em face do caso.

Atenção / Ponto Crítico
A decisão cautelar impõe prazo mínimo de seis meses para revisão judicial das medidas restritivas, sob pena de revogação ou extensão conforme avaliação periódica.

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