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Tecnologia

Meta contesta órgão regulador do Reino Unido sobre multas desproporcionais: entenda os detalhes da apuração

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Há 24 min
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Locução neural da Yumi IA em português

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Meta contesta órgão regulador do Reino Unido sobre multas desproporcionais: entenda os detalhes da apuração
Fatos Rápidos da Notícia
  • A Meta contestou a Ofcom no Reino Unido, alegando que os métodos de cálculo de multas da Lei de Segurança Online são desproporcionais, em petição apresentada em 13 de maio de 2024.
  • A legislação britânica de 2023 permite multas máximas de até 10% da receita mundial qualificada da Meta, equivalente a £ 18 milhões (cerca de R$ 119 milhões), ou o valor que for maior.
  • O desafio legal foi iniciado na Alta Corte de Londres e foca na utilização da receita mundial, e não apenas das receitas do Reino Unido, para determinar as penalidades da Meta.
Resumo Editorial

Confira os principais fatos e desdobramentos apurados sobre este acontecimento.

Na terça-feira, 13 de maio de 2024, a Meta Platforms, proprietária do Facebook e do Instagram, protocolou recurso na High Court de Londres contra a O fcom, contestando a metodologia adotada para calcular as multas previstas na Lei de Segurança O nline de 2023, que autoriza penalidades de até 10% da receita mundial qualificada da empresa, equivalente a £18 milhões (cerca de R$119 milhões).

Desafio Jurídico e Fundamentação da Contestação Regulatoria

A petição protocolada pela Meta questiona a legitimidade da utilização da receita global para determinar as penalidades máximas previstas na legislação britânica, argumentando que tal abordagem ultrapassa os limites de competência da O fcom ao considerar receitas não vinculadas ao território britânico. O recurso visa também esclarecer os critérios adotados para avaliar a responsabilidade solidária entre múltiplos serviços pertencentes à mesma estrutura corporativa, especialmente no contexto da funcionalidade Instagram Instants, lançada em maio após investigação preliminar da O fcom.

O desafio legal ocorre em um cenário regulatório ainda em consolidação, já que a Lei de Segurança O nline, aprovada em 2023, representa o primeiro marco normativo a exigir transparência e prestação de contas de plataformas digitais que operam há mais de duas décadas sem supervisão específica.

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