A eleição para a presidência do Paysandu está confirmada para a próxima terça-feira, 3 de novembro, conforme decisão do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA). A desembargadora Anete Marques Penna de Carvalho negou o pedido de um associado que buscava suspender o pleito durante o plantão judiciário, após a solicitação já ter sido recusada pela 15ª Vara Cível e Empresarial de Belém.
O processo judicial questiona a composição da única chapa inscrita, encabeçada pelo atual presidente Márcio Tuma. O principal ponto de contestação é a candidatura de Nelson Diogo Couceiro ao Conselho Fiscal, que o autor da ação considera um terceiro mandato consecutivo, vedado pelo estatuto. Além disso, há alegações de que a comissão eleitoral aplicou critérios distintos na análise da candidatura de Edson Ferreira de Sena ao Conselho Deliberativo.
Ao analisar o caso, a Justiça entendeu que as regras estatutárias para os conselhos diferem e que faltam documentos para esclarecer a situação, sendo necessária uma análise mais aprofundada com provas e manifestação das partes. Por enquanto, não houve reconhecimento de irregularidade na chapa, mas a discussão permanece aberta no processo.



