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Ativos do Brasil no mercado externo seguem instáveis após vitória de Lula

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 06:58
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Ativos do Brasil no mercado externo seguem instáveis após vitória de Lula
Fatos Rápidos da Notícia
  • O mercado financeiro internacional inicia esta terça-feira (27/10) sob forte volatilidade e mantendo o movimento de reajuste nos preços dos ativos brasileiros, ainda na esteira da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições no Brasil, nesse domingo (25/10).Após a pior reação do mercado a um resultado eleitoral desde 2002, o desempenho dos ativos e recibos de ações (ADRs) do Brasil negociados no exterior continuam a refletir os desdobramentos políticos e econômicos da reeleição do petista.Nesta terça-feira (27/10), durante as negociações do pre-market (pré-mercado), o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) – principal fundo de índice brasileiro negociado na Bolsa de Nova York (NYSE Arca) – abriu a sessão negociado a US$ 31,71, representando uma queda imediata de cerca de 7,14% no início do pregão em relação ao fechamento da véspera.Ao longo das primeiras horas da manhã desta terça, o ativo passou por uma leve recuperação frente ao valor de abertura, estabilizando-se na faixa de US$ 34,24, variação de cerca de +0,26% em relação ao fechamento de US$ 34,15 dessa segunda-feira (26/10).Na sessão dessa segunda, o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) registrou queda de 19,82% na Bolsa de Nova York, caindo do fechamento de US$ 42,59 na sexta-feira (23/10) para US$ 34,15 ao fim do pregão.Desempenho de ativos do Brasil no mercado internacional:Principais ADRs brasileiras: Os papéis das grandes empresas nacionais cotados em Nova York (NYSE e Nasdaq) apresentam variações pontuais com ajuste dos investidores estrangeiros.Petrobras (PBR): Ações ordinárias e preferenciais negociam com movimentos contidos, em tom de cautela quanto às diretrizes de investimentos e distribuição de dividendos.Vale (VALE): Segue acompanhando a dinâmica das commodities e a cotação do minério de ferro no mercado chinês, com variação moderada.Setor Financeiro (Itaú, Bradesco e Nu Holdings): Apresentam volume expressivo de negociação com analistas avaliando as expectativas de juros e trajetórias fiscais no Brasil.O apetite do investidor estrangeiro por ativos brasileiros oscila entre a busca de diversificação frente às bolsas de tecnologia dos EUA e as incertezas referentes às sinalizações econômicas e fiscais para o quarto mandato de Lula como presidente do Brasil. A movimentação ao longo do dia acompanhará a abertura e o fluxo da B3 no mercado doméstico.Nessa segunda, numa forte reação à vitória de Lula, a bolsa brasileira (B3) fechou o pregão com queda de 13,88%, em 177.608 pontos. Trata-se de um dos piores índices da série histórica. Leia também BrasilBolsa tem um dos piores resultados da história e fecha com queda de 13,88% BrasilTesouro cancela leilões de títulos públicos após volatilidade do mercado BrasilAnalistas explicam tensão no mercado após reeleição de Lula BrasilDólar dispara após reeleição de Lula; Ibovespa futuro cai Circuit breakerLogo no começo no pregão houve um circuit breaker, quando as negociações são interrompidas para reduzir o impacto das quedas. A medida ocorreu diante da forte queda no Ibovespa futuro, os chamados “papéis futuros”, negociados antes mesmo do início das transações do pregão — , tradicionalmente às 10h.As negociações foram retomadas às 10h40. Logo no início, houve uma forte queda. O placar marcava 202.928,87 pontos, com retração de 1,05%. A queda foi acentuada às 10h46 com o índice caindo 16,94% aos 170.340,70 pontos.O mercado continuou operando instável na manhã. Às 11h34, o índice era de 170.693,37 pontos acumulando 16,77% de queda. Após as 11h30, houve uma leve recuperação o que deixou as perdas em 15% aos 174.316,73 pontos às 12h27.A instabilidade na bolsa continuou, mas o placar manteve o patamar baixo, marcando 174.964,11 pontos às 15h10, retração de 14,69%.Já o dólar comercial fechou essa segunda operando em alta no mercado à vista, em relação ao fechamento da última sexta-feira (23/10). Às 17h, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,40, com elevação de 8,22%.
Resumo Editorial

O mercado financeiro internacional inicia esta terça-feira (27/10) sob forte volatilidade e mantendo o movimento de reajuste nos preços dos ativos brasileiros, ainda na esteira da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições no Brasil, nesse domingo (25/10).Após a pior reação do mercado a um resultado eleitoral desde 2002, o desempenho dos ativos e recibos de ações (ADRs) do Brasil negociados no exterior continuam a refletir os desdobramentos políticos e econômicos da reeleição do petista.Nesta terça-feira (27/10), durante as negociações do pre-market (pré-mercado), o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) – principal fundo de índice brasileiro negociado na Bolsa de Nova York (NYSE Arca) – abriu a sessão negociado a US$ 31,71, representando uma queda imediata de cerca de 7,14% no início do pregão em relação ao fechamento da véspera.Ao longo das primeiras horas da manhã desta terça, o ativo passou por uma leve recuperação frente ao valor de abertura, estabilizando-se na faixa de US$ 34,24, variação de cerca de +0,26% em relação ao fechamento de US$ 34,15 dessa segunda-feira (26/10).Na sessão dessa segunda, o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) registrou queda de 19,82% na Bolsa de Nova York, caindo do fechamento de US$ 42,59 na sexta-feira (23/10) para US$ 34,15 ao fim do pregão.Desempenho de ativos do Brasil no mercado internacional:Principais ADRs brasileiras: Os papéis das grandes empresas nacionais cotados em Nova York (NYSE e Nasdaq) apresentam variações pontuais com ajuste dos investidores estrangeiros.Petrobras (PBR): Ações ordinárias e preferenciais negociam com movimentos contidos, em tom de cautela quanto às diretrizes de investimentos e distribuição de dividendos.Vale (VALE): Segue acompanhando a dinâmica das commodities e a cotação do minério de ferro no mercado chinês, com variação moderada.Setor Financeiro (Itaú, Bradesco e Nu Holdings): Apresentam volume expressivo de negociação com analistas avaliando as expectativas de juros e trajetórias fiscais no Brasil.O apetite do investidor estrangeiro por ativos brasileiros oscila entre a busca de diversificação frente às bolsas de tecnologia dos EUA e as incertezas referentes às sinalizações econômicas e fiscais para o quarto mandato de Lula como presidente do Brasil. A movimentação ao longo do dia acompanhará a abertura e o fluxo da B3 no mercado doméstico.Nessa segunda, numa forte reação à vitória de Lula, a bolsa brasileira (B3) fechou o pregão com queda de 13,88%, em 177.608 pontos. Trata-se de um dos piores índices da série histórica. Leia também BrasilBolsa tem um dos piores resultados da história e fecha com queda de 13,88% BrasilTesouro cancela leilões de títulos públicos após volatilidade do mercado BrasilAnalistas explicam tensão no mercado após reeleição de Lula BrasilDólar dispara após reeleição de Lula; Ibovespa futuro cai Circuit breakerLogo no começo no pregão houve um circuit breaker, quando as negociações são interrompidas para reduzir o impacto das quedas. A medida ocorreu diante da forte queda no Ibovespa futuro, os chamados “papéis futuros”, negociados antes mesmo do início das transações do pregão — , tradicionalmente às 10h.As negociações foram retomadas às 10h40. Logo no início, houve uma forte queda. O placar marcava 202.928,87 pontos, com retração de 1,05%. A queda foi acentuada às 10h46 com o índice caindo 16,94% aos 170.340,70 pontos.O mercado continuou operando instável na manhã. Às 11h34, o índice era de 170.693,37 pontos acumulando 16,77% de queda. Após as 11h30, houve uma leve recuperação o que deixou as perdas em 15% aos 174.316,73 pontos às 12h27.A instabilidade na bolsa continuou, mas o placar manteve o patamar baixo, marcando 174.964,11 pontos às 15h10, retração de 14,69%.Já o dólar comercial fechou essa segunda operando em alta no mercado à vista, em relação ao fechamento da última sexta-feira (23/10). Às 17h, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,40, com elevação de 8,22%.

O mercado financeiro internacional inicia esta terça-feira (27/10) sob forte volatilidade e mantendo o movimento de reajuste nos preços dos ativos brasileiros, ainda na esteira da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições no Brasil, nesse domingo (25/10).Após a pior reação do mercado a um resultado eleitoral desde 2002, o desempenho dos ativos e recibos de ações (ADRs) do Brasil negociados no exterior continuam a refletir os desdobramentos políticos e econômicos da reeleição do petista.Nesta terça-feira (27/10), durante as negociações do pre-market (pré-mercado), o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) – principal fundo de índice brasileiro negociado na Bolsa de Nova York (NYSE Arca) – abriu a sessão negociado a US$ 31,71, representando uma queda imediata de cerca de 7,14% no início do pregão em relação ao fechamento da véspera.Ao longo das primeiras horas da manhã desta terça, o ativo passou por uma leve recuperação frente ao valor de abertura, estabilizando-se na faixa de US$ 34,24, variação de cerca de +0,26% em relação ao fechamento de US$ 34,15 dessa segunda-feira (26/10).Na sessão dessa segunda, o fundo de índice iShares MSCI Brazil ETF (EWZ) registrou queda de 19,82% na Bolsa de Nova York, caindo do fechamento de US$ 42,59 na sexta-feira (23/10) para US$ 34,15 ao fim do pregão.Desempenho de ativos do Brasil no mercado internacional:Principais ADRs brasileiras: Os papéis das grandes empresas nacionais cotados em Nova York (NYSE e Nasdaq) apresentam variações pontuais com ajuste dos investidores estrangeiros.Petrobras (PBR): Ações ordinárias e preferenciais negociam com movimentos contidos, em tom de cautela quanto às diretrizes de investimentos e distribuição de dividendos.Vale (VALE): Segue acompanhando a dinâmica das commodities e a cotação do minério de ferro no mercado chinês, com variação moderada.Setor Financeiro (Itaú, Bradesco e Nu Holdings): Apresentam volume expressivo de negociação com analistas avaliando as expectativas de juros e trajetórias fiscais no Brasil.O apetite do investidor estrangeiro por ativos brasileiros oscila entre a busca de diversificação frente às bolsas de tecnologia dos EUA e as incertezas referentes às sinalizações econômicas e fiscais para o quarto mandato de Lula como presidente do Brasil. A movimentação ao longo do dia acompanhará a abertura e o fluxo da B3 no mercado doméstico.Nessa segunda, numa forte reação à vitória de Lula, a bolsa brasileira (B3) fechou o pregão com queda de 13,88%, em 177.608 pontos. Trata-se de um dos piores índices da série histórica. Leia também BrasilBolsa tem um dos piores resultados da história e fecha com queda de 13,88% BrasilTesouro cancela leilões de títulos públicos após volatilidade do mercado BrasilAnalistas explicam tensão no mercado após reeleição de Lula BrasilDólar dispara após reeleição de Lula; Ibovespa futuro cai Circuit breakerLogo no começo no pregão houve um circuit breaker, quando as negociações são interrompidas para reduzir o impacto das quedas. A medida ocorreu diante da forte queda no Ibovespa futuro, os chamados “papéis futuros”, negociados antes mesmo do início das transações do pregão — , tradicionalmente às 10h.As negociações foram retomadas às 10h40. Logo no início, houve uma forte queda. O placar marcava 202.928,87 pontos, com retração de 1,05%. A queda foi acentuada às 10h46 com o índice caindo 16,94% aos 170.340,70 pontos.O mercado continuou operando instável na manhã. Às 11h34, o índice era de 170.693,37 pontos acumulando 16,77% de queda. Após as 11h30, houve uma leve recuperação o que deixou as perdas em 15% aos 174.316,73 pontos às 12h27.A instabilidade na bolsa continuou, mas o placar manteve o patamar baixo, marcando 174.964,11 pontos às 15h10, retração de 14,69%.Já o dólar comercial fechou essa segunda operando em alta no mercado à vista, em relação ao fechamento da última sexta-feira (23/10). Às 17h, a moeda norte-americana estava cotada a R$ 5,40, com elevação de 8,22%.

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