O líder Kim Jong-un ordenou que o país priorize o desenvolvimento de drones controlados por inteligência artificial para garantir o que chamou de "superioridade absoluta" na guerra não tripulada.
O arsenal do regime contempla diferentes categorias, incluindo drones armados com mísseis e modelos suicidas destinados a atingir alvos específicos. Também foi revelado um drone furtivo de grande porte, embora ainda não esteja comprovado se ele consegue evadir radares ou voar efetivamente.
Especialistas ouvidos pelo correspondente sênior da CNN Will Ripley apontam que os modelos menores são a ameaça mais imediata. Centenas de pequenos drones de ataque, alguns guiados por cabos de fibra óptica, são considerados difíceis de neutralizar com bloqueios eletrônicos convencionais.
Esses equipamentos de baixo custo têm capacidade de destruir materiais militares avaliados em milhões de dólares. A tecnologia utilizada é semelhante à que remodela o conflito na Ucrânia, onde a Coreia do Norte combate ao lado da Rússia, gerando questionamentos sobre a transferência de experiência de campo de batalha e tecnologia para o país.



