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Campanha de Lula confere virada e mobilização "orgânica" nas ruas e redes

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado 25/10 às 23:52
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Campanha de Lula confere virada e mobilização "orgânica" nas ruas e redes
Fatos Rápidos da Notícia
  • Integrantes do time do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem nos bastidores que os principais motores da virada nas urnas neste segundo turno estão fora de sua campanha.
  • A onda pró-Lula do segundo turno e da reta final são conferidas a mobilizações "orgânicas" nas ruas e redes sociais, segundo o entorno do presidente.
  • O comparecimento em atos petistas, em especial na praia de Copacabana e na Avenida Paulista, causou espanto na campanha. E o canal "Exército de Lula", comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), é tratado como o trunfo da estratégia digital.
Resumo Editorial

Integrantes do time do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem nos bastidores que os principais motores da virada nas urnas neste segundo turno estão fora de sua campanha.

Integrantes do time do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem nos bastidores que os principais motores da virada nas urnas neste segundo turno estão fora de sua campanha.

Aliados do presidente chegaram a este domingo (25) cautelosos e mencionando a possibilidade de uma virada "na unha". O entorno do petista não esperava uma vitória com mais de três pontos percentuais de margem.

A onda pró-Lula do segundo turno e da reta final são conferidas a mobilizações "orgânicas" nas ruas e redes sociais, segundo o entorno do presidente.

O comparecimento em atos petistas, em especial na praia de Copacabana e na Avenida Paulista, causou espanto na campanha. E o canal "Exército de Lula", comandado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), é tratado como o trunfo da estratégia digital.

A campanha de Lula teve uma guinada de quadros e estratégias na disputa pelo segundo turno. Camilo Santana (PT) e Rafael Fonteles (PT) ganharam espaço no aconselhamento ao presidente em detrimento de seu núcleo duro incial.

Lula, que poupou ataques a Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro turno, fez do "discurso do medo" sua principal estratégia para o segundo turno. Refoçou a suposta associação do adversário a casos de corrupção e afirmou que sua proposta de corte de gastos retiraria direitos da população.

A avaliação é de que o discurso energizou um eleitorado que rejeita e teme a família Bolsonaro.

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