Na noite de 19 de outubro, durante entrevista coletiva realizada na Curuzu, o presidente do Paysandu, Márcio Tuma, informou que o clube quitou R$ 3.615.811,62 em débitos anteriores durante 2026, mesmo em plena fase de recuperação judicial, consolidando um marco de responsabilidade financeira que visa assegurar a conclusão do processo de reorganização com equilíbrio entre arrecadação e despesas.
Contexto Institucional e Histórico da Recuperação Financeira
O presidente Márcio Tuma revelou que os pagamentos efetuados em 2026 incluem tributos fiscais não abrangidos pela recuperação judicial e compromissos financeiros acumulados ao longo do tempo, demonstrando comprometimento com a quitação integral de obrigações que ultrapassam os quase R$ 4 milhões desembolsados para quitar débitos pretéritos.
A recuperação judicial do Paysandu, iniciada em 2023, impõe condições rigorosas para a gestão financeira do clube, exigindo o cumprimento sistemático das obrigações anteriores à homologação do processo, o que torna o montante pago em 2026 um indicativo relevante da estratégia de contenção de gastos e transparência fiscal adotada pela diretoria.
O Paysandu quitou R$ 3.615.811,62 em débitos anteriores durante 2026, mesmo em plena recuperação judicial.
Repercussão Jurídica e Estratégia de Sustentabilidade Financeira
A diretoria classificou a expectativa de encerrar 2026 com receitas superiores às despesas como histórico para o clube, reforçando que o equilíbrio financeiro não restringiu investimentos estratégicos em infraestrutura e contratações selecionadas, mas exigiu planejamento rigoroso para garantir liquidez e cumprimento de prazos.
Tuma afirmou que todo o planejamento foi elaborado para assegurar condições de pagamento das obrigações mesmo em períodos sem atividades oficiais, com foco na preparação para a temporada de 2027 com recursos disponíveis para reforço do plantel e continuidade do projeto base.



