Na noite de 23 de agosto, durante o primeiro debate presidencial de 2026 transmitido pela Band em São Paulo, Gilberto Kassab, presidente do PSD e vice na chapa de Ronaldo Caiado, foi flagrado dormindo em seu assento na plateia, enquanto os três candidatos que finalmente compareceram – Caiado, Renan Santos e Augusto Cury – debatiam propostas de governo.
Contexto Institucional e Desenvolvimento do Fato
A apuração jornalística confirmou que o episódio ocorreu exatamente no intervalo entre as 20h45 e 21h00, quando Kassab recostou a cabeça e permaneceu imóvel por cerca de 15 minutos, sendo posteriormente noticiado por veículos de imprensa presentes ao local; a ausência dos principais candidatos – Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) – configurou um vácuo estratégico que, segundo analistas políticos, evidenciou fragilidades na agenda eleitoral do PSD.
O s registros indicam que o debate, marcado para iniciar às 20h e se estender até 21h30, contou com a presença confirmada de três postulantes, enquanto a decisão de Zema de desistir da candidatura presidencial, anunciada publicamente no mesmo dia, destacou a percepção de ausência de diálogo efetivo no processo eleitoral em curso.
Gilberto Kassab dormiu por cerca de 15 minutos durante o debate que contou com apenas três participantes efetivos.
Repercussão e Desdobramentos Políticos
A Diretoria da Band emitiu nota afirmando que o episódio será investigado como irregularidade de comportamento do público-alvo, reforçando compromisso com a observância dos padrões de conduta durante transmissões ao vivo; ao mesmo tempo, o presidente do PSD classificou a ocorrência como 'malogro de cansaço' e garantiu que não comprometerá a coesão da chapa com Caiado.
Especialistas em comunicação política apontam que a atitude de Kassab pode ser interpretada como sintoma de desgaste físico ou estratégia para evitar compromissos prolongados, embora gere questionamento sobre a disciplina da legenda em momentos críticos de exposição midiática.



