A psicóloga Mariana Ramos, especialista em saúde mental, destaca que o pet pode constituir-se como aliado estratégico para a regulação emocional de indivíduos diagnosticados com transtornos mentais, como depressão e ansiedade, ao proporcionar contato físico que modula respostas corporais ao estresse, segundo evidências clínicas consolidadas.
Integração Científica e Benefícios Terapeuticos do Convívio Humano-Animal
A análise realizada pela profissional da Afya Centro Universitário Itaperuna aponta que o contato regular com animais de estimação ativa vias neurais associadas à liberação de oxitocina e redução do cortisol, hormônio vinculado ao estresse, resultando em diminuição mensurável da frequência cardíaca e da pressão arterial durante crises de ansiedade.
Essa dinâmica terapêutica, no entanto, depende da construção de um vínculo afetivo significativo e da adequação das demandas diárias do animal às condições financeiras, temporais e de suporte social do tutor, evitando que a responsabilidade pelo cuidado gere sobrecarga emocional ou culpa excessiva.
O contato carinhoso com o animal reduz significativamente os níveis de cortisol e regula parâmetros autonômicos como frequência cardíaca e pressão arterial, segundo estudos.



