Na zona mista do Estádio do Curuzu, após o confronto entre Paysandu e Brusque, que terminou com vitória alvinegra por 2 a 1 na última segunda-feira (7), o presidente Márcio Tuma, responsável pela diretoria bicolor do clube paraense, manifestou insatisfação formal com a arbitragem da partida, classificando-a como 'vergonhosa' e alegando prejuízos decorrentes de decisões contestadas.
Apuração das Queixas e Contextualização das Representações
O dirigente bicolor formalizou, em entrevista à imprensa local, que a Comissão de Arbitragem reconheceu os lances como 'bem marcados' em comunicação enviada após a primeira edição do confronto entre as equipes, porém reiterou insatisfação com a conduta do juiz na reapresentação da partida.
Nos registros documentais da Secretaria de Estado de Futebol do Pará, consta que o Paysandu apresentou recurso formal contra a decisão do árbitro que invalidou um gol do jogador Ítalo, considerado juridicamente válido pelas comissões técnicas do clube e contestada pela diretoria técnica.
O episódio se insere no histórico de descontentamentos da agremiação com a arbitragem em competições regionais, inclusive após o primeiro duelo contra o Brusque na Série C, quando também foram apresentadas representações formais sem alteração nas decisões oficiais.
O gol do Ítalo foi considerado claramente legal pela diretoria do Paysandu e invalidado pela arbitragem na partida em que o clube perdeu por 2 a 1 para o Brusque.
Repercussão O ficial e Perspectivas Futuras
A Comissão de Arbitragem, por meio de ofício técnico emitido na sequência da representação formal do clube, confirmou a validade das decisões arbitrárias, reforçando que os lances estavam devidamente apurados segundo os critérios normativos da categoria.
O presidente Tuma assumiu postura conciliadora ao reconhecer que o desempenho técnico da equipe foi insuficiente para justificar a vitória alvinegra, indicando que ajustes táticos e melhorias no aproveitamento de oportunidades serão prioritários nos próximos compromissos competitivos.



