Após declarações do presidente do Paysandu, Márcio Tuma, que asseverou que "ninguém é maior que o Paysandu", o tio e tutor de Daniel Grisley, conhecido como Pampam, manifestou-se publicamente afirmando que o sobrinho não deve mais adentrar ao campo durante os jogos do clube neste ano, sinalizando ruptura no vínculo entre a família e a instituição alviverde.
Contexto Institucional e Histórico da Controvérsia
A tensão entre a família de Pampam e o Paysandu se configurou a partir de uma série de episódios envolvendo o influenciador nas últimas semanas, culminando na proibição de sua entrada no estádio durante a partida contra a Inter de Limeira, válida pela Série C. O episódio gerou estranheza por ocorrer em momento oportuno, após o retorno de Daniel ao elenco profissional do clube, fato este que intensificou o debate sobre prerrogativas de atletas amadores vinculados à torcida organizada.
Antecedentes revelam que Pampam havia sido previously impedido de acesso ao campo em outra oportunidade, mas o clube havia posteriormente garantido sua reintegração, demonstrando abertura para negociação; entretanto, as recentes declarações do dirigente Márcio Tuma, disseminadas amplamente nas redes sociais e imprensa esportiva, feriu profundamente a imagem do jovem, considerado por sua família um símbolo da inclusão e da paixão pelo clube.
O sobrinho, ícone da torcida paysandense, está proibido de entrar no gramado durante os jogos do clube neste ano, segundo manifestação do tio e tutor Erick Henrique.
Repercussão Jurídica e Estratégia de Continuidade
Em pronunciamento oficial, o Paysandu reforçou sua posição de que não detém obrigação contratual com atletas amadores e que decisões sobre acesso ao campo serão soberania da diretoria, embora tenha reconhecido a liberação de Pampam para atuar como torcedor nas arquibancadas; já Erick Henrique declarou que a família manterá seu papel na defesa da igualdade de direitos e da irreverência esportiva, comprometendo-se a seguir ao lado do sobrinho nas arquibancadas sem prejuízo à liberdade de expressão.
O s próximos passos incluem a manutenção do posicionamento familiar de exclusão do campo, enquanto o clube deve avaliar eventuais ajustes regulamentares internos ou respostas institucionais ao caso, sem prejuízo à continuidade da presença simbólica de Pampam entre os torcedores.



