Na quarta-feira (9/9), durante o lançamento dos cinco anos da WePink em São Paulo, a influenciadora Virginia Fonseca foi brevemente aprisionada em um elevador ao lado dos sócios Samara Pink e Thiago Stabile, fato documentado por sua publicação nas redes sociais, enquanto a festa reunia cerca de 500 convidados, incluindo Carlinhos Maia, Nicole Bahls e o próprio Rico Melquiades, sob a presença de shows de Léo Foguete, Mari Fernandez e Grupo Chocolate.
Contexto Institucional e Desenvolvimento do Fato
A investigação apurada pela reportagem constatou que o elevador falhou pouco antes da celebração oficial dos cinco anos da WePink, após a chegada dos convidados de peso, gerando tensão imediata quando o equipamento deixou de operar, com Virginia Fonseca relatando via Instagram Stories que 'vou começar a passar mal', embora o susto inicial tenha sido mitigado com brincadeiras do grupo enquanto aguardavam a solução técnica.
O episódio ocorreu em um contexto de alta expectativa institucional, já que a WePink, marca de moda feminina fundada por Virginia Fonseca em 2018, consolidou-se como referência no segmento de vestidos de festa, com foco em eventos sociais de grande visibilidade; o valor do vestido preto da McQueen usado pela celebridade — avaliado em R$ 27 mil — reforçou o caráter luxuoso da ocasião, que contou ainda com a presença de figuras públicas como Vini Jr., representado por sua mãe Fernanda Cristina, e celebridades do funk como Carlinhos Maia.
Virginia Fonseca foi presa no elevador durante a festa de lançamento dos 5 anos da WePink em São Paulo.
Repercussão e Desdobramentos Pós-Fato
A fala polêmica proferida por Rico Melquiades sobre Anitta — na qual o influenciador a denominou 'macumbeira' e afirmou que ela teria 'roubado' a coroa de Virginia — gerou reação imediata nas redes sociais, com milhares de usuários repudiamando o teor ofensivo e acionando órgãos competentes para apurar possíveis violações à Lei Brasileira de Direitos Humanos e à Lei Antidiscriminação.
Especialistas em comunicação e direito sugerem que, apesar da desculpa pública do influencer, o caso pode motivar investigação formal pelo Ministério Público Estadual de São Paulo, enquanto fãs organizam campanhas para pressionar a WePink a adotar medidas contra condutas xenofóbicas em seus eventos.



