O governador Carlos Brandão confirmou que as crianças Ágatha, 6 anos, e Allan, 4, desaparecidas há oito meses em Bacabal (MA), constam na base de dados da Interpol, reforçando a dimensão internacional do caso e a atuação coordenada entre as Polícias Civil e Federal.
Contexto Institucional e Histórico do Desaparecimento
A investigação oficial, iniciada em 4 de setembro, já completa oito meses sem rastreio das crianças Ágatha Isabelly e Allan Michael, cujas imagens foram incluídas na lista vermelha da Interpol após meses de acompanhamento conjunto entre as forças de segurança do Maranhão e agentes federais.
O caso emergiu com intensidade renovada após a defesa da mãe, Clarice, afirmar que o trabalho da Interpol conta com apoio técnico internacional, enquanto o governo estadual mantém diligências permanentes no terreno, incluindo buscas terrestres, aéreas e aquáticas que mobilizaram nove equipes simultâneas sem resultados concretos.
As crianças Ágatha e Allan permanecem desaparecidas há 240 dias, com nenhum vestígio localizado em operações coordenadas por nove equipes nacionais e internacionais.
Repercussão Jurídica e Estratégias de Busca
A Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão acionou o Ministério Público para garantir que todas as medidas legais sejam adotadas em âmbito nacional, enquanto o governo federal reiterou compromisso de recursos logísticos para ampliar a cooperação com a Interpol.
A defesa da mãe já reprogramou encontro com agentes da Interpol em São Luís para aprofundar os protocolos de identificação e rastreamento, num esforço estratégico que busca alinhar esforços locais com padrões internacionais de investigação.


