Em 6 de janeiro de 2021, durante o ataque ao Capitólio dos Estados Unidos que interrompeu a certificação da vitória presidencial de Joe Biden, a apresentadora Natalie Harp, então com 29 anos e vinculada à O ne America News Network, disseminou mais de 150 mensagens no X (antigo Twitter) instigando apoiadores a "LUTAREM POR TRUMP" enquanto o processo de transição democrática era suspenso por manifestantes pró-Trump.
Contexto Institucional e Histórico da Mobilização Política
A apuração da confirmou que a conta de Harp no X foi desativada após a divulgação de publicações que reproduziam a narrativa da eleição roubada e incentivavam a interrupção da certificação dos votos eleitorais, coordenada por aliados do ex-presidente Donald Trump, evento que gerou debate jurídico sobre os limites da liberdade de expressão em contextos de sedição.
Conforme registros históricos, Harp, antes de assumir papel técnico na Casa Branca, já demonstrava devoção pública ao movimento trumpista, participando ativamente da retórica que contestava a legitimidade da vitória democrática e ecoava declarações do próprio Trump sobre supostas fraudes eleitorais.
Mais de 150 tweets publicados em um único dia incitavam à continuidade da luta por Trump durante o assalto ao Capitólio
Repercussão Jurídica e Estratégias de Defesa Institucional
A ausência de resposta oficial da Casa Branca e de Harp perante os pedidos da reflete o silêncio estratégico adotado por atores políticos envolvidos em apurações sobre condutas durante o episódio, enquanto especialistas jurídicos apontam que as publicações podem constituir incitação à violência ou apoio a atos ilícitos sob o direito penal estadunidense.
Especialistas em comunicação política advertem que a repercussão internacional sobre a conduta deHarp pode afetar sua trajetória profissional no cenário norte-americano, especialmente em um contexto em que instituições democráticas reavaliam os mecanismos de regulação de conteúdo nas plataformas digitais.



