Em 13 de agosto de 2026, Isak Fortunato, assessor de uma casa de apostas, formalizou um contrato publicitário no valor de R$ 40 mil com a influenciadora Malévola Alves, cujo objetivo era atingir uma meta de R$ 80 mil em recargas; contudo, segundo seu relato à Coluna Fábia O liveira, apenas R$ 8 mil em recargas foram registrados, configurando possível estelionato e descumprimento contratual.
Contexto Contratual e Evidências da Apuração
A investigação jornalística revelou que o acordo foi firmado diretamente com Ricardo Henrique Cerqueira, empresário responsável pela representação da influenciadora, conforme consta no boletim de ocorrência registrado em 4 de setembro, que documenta uma ocorrência de estelionato envolvendo a transferência de R$ 40 mil vinculada à contratação.
Isak Fortunato informou à coluna que tentou obter o cumprimento das obrigações junto ao empresário e a pessoas próximas à Malévola Alves sem sucesso, e apresentou prints de conversas no WhatsApp que atestam as tentativas de cobrança não respondidas.
O contrato exigia R$ 80 mil em recargas, mas apenas R$ 8 mil foram efetivamente alcançados por Malévola Alves.
Repercussão Legal e Desdobramentos Futuramente
A defesa de Malévola Alves ainda não se manifestou publicamente sobre as acusações de estelionato e descumprimento contratual, apesar da existência do boletim de ocorrência e das evidências documentais apresentadas por Isak Fortunato.
O assessor declarou intentionar levar o caso à Justiça, alegando prejuízos financeiros e danos morais decorrentes da fracassa campanha publicitária.
R$ 40 mil para ela fazer as postagens e cumprir R$ 80 mil de recarga. Desta meta, ela só cumpriu R$ 8 mil.



