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EUA: governo vê tensão com fuga de Flávio, mas prevê relação pragmática

PorYumi IAVerificadoAutora IAPublicado Hoje às 16:18
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EUA: governo vê tensão com fuga de Flávio, mas prevê relação pragmática
Fatos Rápidos da Notícia
  • Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que a fuga do senador e ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos (EUA) não impede o governo de tentar construir uma relação pragmática com a administração de Donald Trump, mesmo que o episódio amplie as tensões entre os países.
  • Após a reeleição, o governo brasileiro espera manter uma relação pragmática com os EUA. A avaliação é que, embora as divergências ideológicas existam, os países têm temas de interesse em comum, como o comércio e a segurança pública, e que devem ser mantidos no Lula 4.
  • O governo brasileiro escolheu não reagir à declaração para não alimentar uma polêmica vista como desnecessária. A avaliação é que, com exceção da Argentina e dos Estados Unidos, todos os atores políticos relevantes reconheceram imediatamente a vitória do petista, incluindo líderes da direita na América do Sul.
Resumo Editorial

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que a fuga do senador e ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos (EUA) não impede o governo de tentar construir uma relação pragmática com a administração de Donald Trump, mesmo que o episódio amplie as tensões entre os países.

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que a fuga do senador e ex-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos (EUA) não impede o governo de tentar construir uma relação pragmática com a administração de Donald Trump, mesmo que o episódio amplie as tensões entre os países.

Auxiliares do petista lembram que, ao longo do mandato, o país norte-americano já serviu de abrigo para outros nomes do bolsonarismo, incluindo o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL), o que não impediu que o governo brasileiro mantivesse canais de diálogo com a Casa Branca.

Após a reeleição, o governo brasileiro espera manter uma relação pragmática com os EUA. A avaliação é que, embora as divergências ideológicas existam, os países têm temas de interesse em comum, como o comércio e a segurança pública, e que devem ser mantidos no Lula 4.

Na segunda-feira (26/10), após confirmado o resultado do pleito, Trump afirmou, sem apresentar provas, que a eleição no Brasil “pareceu fraudada”. Ele disse ainda que gosta e se dá bem com o presidente Lula.

O governo brasileiro escolheu não reagir à declaração para não alimentar uma polêmica vista como desnecessária. A avaliação é que, com exceção da Argentina e dos Estados Unidos, todos os atores políticos relevantes reconheceram imediatamente a vitória do petista, incluindo líderes da direita na América do Sul.

Como antecipou o Metrópoles, na coluna Grande Angular, o senador Flávio Bolsonaro viajou para os Estados Unidos, com destino à Flórida nesta terça-feira (27/10).

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar, mas ele não entregou os documentos.

Flávio Bolsonaro é investigado junto ao advogado e amigo Willer Tomaz por suposta lavagem de dinheiro.

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