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Saúde

Filha supera doença renal silenciosa e recebe transplante de rim após 10 meses na fila

PorRavenna AlvesVerificadoOrtografia IAPublicado Hoje às 16:24
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Locução neural da Yumi IA em português

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Filha supera doença renal silenciosa e recebe transplante de rim após 10 meses na fila
Fatos Rápidos da Notícia
  • A gestora hospitalar Adriana Teles, 49 anos, foi diagnosticada com glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF) aos 41 anos, doença de origem genética que afetou também sua mãe.
  • Adriana passou cerca de 10 meses em hemodiálise semanal com fila de transplante por aproximadamente 3 meses até receber o rim compatível em 2019, após doação autorizada por uma família do Rio Grande do Sul.
  • O transplante de rim realizado em 2019 possibilitou a Adriana retomar atividades cotidianas e dedicar-se à conscientização sobre a doação de órgãos, após a morte da mãe por complicações da mesma doença enquanto aguardava doador.
Resumo Editorial

Após 10 meses de diálise semanal, a gestora Adriana Teles superou a glomeruloesclerose em 2019 graças a um transplante de rim doado postumamente, tornando-se exemplo de resiliência na campanha Setembro Verde.

Na campanha Setembro Verde, que mobiliza a sociedade para conscientizar sobre a doação de órgãos, a trajetória da gestora hospitalar Adriana Teles, 49 anos, revela como um transplante de rim realizado em 2019 transformou sua luta contra a glomeruloesclerose segmentar e focal (GESF) em exemplo de resiliência e engajamento social, após uma década de diálise semanal e espera infatigável por compatibilidade.

Contexto Diagnóstico e Trajetória de Sucesso no Transplante

A apuração jornalística confirmou que Adriana Teles foi diagnosticada com GESF aos 41 anos, durante exames prévios a um processo migratório para o Canadá, momento em que não apresentava sintomas perceptíveis, evidenciando a natureza silenciosa da doença renal crônica identificada pelo nefrologista Edison Souza, professor associado da UFRJ, que destacou a progressão lenta da condição ao comprometer os glomérulos, os minúsculos filtros responsáveis pela purificação sanguínea.

A trajetória da paciente incluiu cerca de 10 meses de hemodiálise semanal e permanência na fila de transplante por aproximadamente três meses, até a recepção de um rim compatível autorizada por uma família do Rio Grande do Sul em 2019, procedimento que ocorreu após o óbito da mãe, vítima da mesma enfermidade genética enquanto aguardava doação.

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