A morte da professora Lidiane Gomes de Souza Alves, 50 anos, após sofrer choque anafilático decorrente de uma injeção de complexo vitamínico para tratamento de queda de cabelo em um salão de beleza localizado em Ceilândia, Distrito Federal, no dia 5 de setembro, eleva a discussão sobre a segurança das práticas estéticas não regulamentadas e a responsabilidade civil e criminal dos profissionais que atuam em regime paralelo ao da medicina.
Contexto Institucional e Apuratório da Investigação
A morte de Lidiane expõe o risco de substâncias não testadas e não registradas em procedimentos estéticos invasivos que podem causar reações fatais em minutos.



