Na última rodada do clássico de Manchester, disputado em O ld Trafford em 13 de novembro, o gol do atacante Erling Haaland, inicialmente anulado por impedimento, foi validado após revisão do VAR, decisão que gerou forte controvérsia e reconhecida como erro pela Pro Ref, órgão responsável pela arbitragem inglesa.
Contexto Institucional e Repercussão da Decisão
A Pro Ref confirmou publicamente que o VAR cometeu falha ao validar o gol de Haaland, após análise detalhada que revelou a ausência de avaliação completa da participação de Enzo Fernandez, que estava em posição de impedimento ao tentar jogar a bola. O erro ocorreu devido à 'visão de túnel' adotada pelo sistema, que priorizou a posição do atacante sem considerar integralmente os fatores que poderiam influenciar a decisão.
As circunstâncias do lance foram analisadas minuciosamente por Howard Webb, chefe de arbitragem da entidade, que destacou que o sistema semiautomatizado rapidamente confirmou a legalidade da posição de Haaland, mas negligenciou a necessidade de examinar o impacto total da jogada, especialmente a interação entre os jogadores envolvidos no início do ataque.
A Pro Ref reconheceu publicamente o erro na validação do gol de Haaland, que foi inicialmente anulado e posteriormente confirmado após revisão equivocada do VAR.
Repercussão Técnica e Desdobramentos Profissionais
Webb declarou seu pesar diante da falha, afirmando que 'todos nós estamos decepcionados', especialmente os próprios árbitros, e ressaltou que o árbitro de vídeo Matt Donohue e o assistente Blake Antrobus ficarão impedidos de apitar partidas até após a Data Fifa.
O Manchester United, derrotado por 1 a 0 em casa, vê Michael Carrick criticar a decisão, enquanto a equipe encara novos compromissos na Copa da Liga Inglesa contra o Brighton e na Premier League contra o Fulham.
A Pro Ref mantém postura institucional de transparência, prometendo revisão de protocolos e reforçando a necessidade de maior atenção aos detalhes técnicos nas análises do VAR.



