Na manhã de 14 de setembro, o corpo sem vida de Juliana Rodrigues do Carmo, 36 anos, foi encontrado dentro da residência no Jardim Imperial, em Guapó, após o não comparecimento da diarista e cuidadora de idosos para buscar sua filha de 4 anos, que ficou sob os cuidados de parentes desde o domingo (13/9).
Contexto e Dinâmica do Fato Investigado
A Polícia Técnico-Científica confirmou que a morte ocorreu por eletroplessão fatal, com laudo que identificou queimaduras elétricas no tórax e pescoço da vítima, localizada em próximo a uma extensão elétrica utilizada para ligar uma televisão, dentro do imóvel isolado pela Guarda Civil Municipal para perícia técnica.
O s antecedentes revelam que Juliana havia deixado a menina aos cuidados de familiares no domingo à tarde para realizar atividades domésticas, mas não retornou às 17h30 como combinado, gerando preocupação na família, que iniciou buscas e acionou autoridades após constatação de ausência total.
O caso se insere no contexto recorrente de acidentes domésticos com contato direto com fontes de energia elétrica em residências regulares, conforme documentado em relatórios recentes da Polícia Civil.
O laudo pericial concluiu que a morte resultou de eletroplessão fatal, com queimaduras comprovadas no tórax e pescoço da vítima.
Repercussão Legal e Consequências Imediatas
A Guarda Civil Municipal acionada imediatamente isolou o local do crime para preservação das evidências e encaminhou o corpo ao Instituto Medicina Legal, enquanto a investigação inicial aponta para homicídio culposo por falha na supervisão doméstica e contato acidental com fiação inadequada.
Familiares e vizinhos manifestam choque diante do ocorrido, e as autoridades já iniciaram inquérito para apurar responsabilidades civis e eventuais negligências na gestão do risco elétrico no domicílio onde ocorreu o acidente fatal.



