Carregando...
Voltar para a página inicial
Política

Servidora expõe prefeito de Penápolis sob suspeita de chantagem para fechar grupo social

PorAmanda BarradasVerificadoOrtografia IAPublicado Há 41 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
Servidora expõe prefeito de Penápolis sob suspeita de chantagem para fechar grupo social
Fatos Rápidos da Notícia
  • Elaine Cristina dos Santos Triveloni, agente comunitária de saúde em Penápolis, acusa o prefeito Carlos Henrique Rossi Catalani (PSD) e a vice-prefeita Mirela Fink Hassan Rufato (Podemos) de usar o poder político para pressioná-la a fechar o grupo “Língua Solta Penápolis” no Facebook, que conta com mais de 12 mil membros.
  • A denúncia foi protocolada na Justiça Eleitoral em 1º de outubro de 2023 e aponta suspeitas de abuso de poder e tentativa de censura em uma cidade de 63.317 habitantes localizada a 492 km de São Paulo.
  • O servidor municipal Armando Soares, conhecido como Armandinho, chefe de Cultura da prefeitura e candidato a vereador pelo Novo, teria oferecido o retorno de Elaine ao posto de saúde no Jardim Del Rey em troca do fechamento do grupo, segundo conversas anexadas ao processo.
Resumo Editorial

A servidora Elaine Triveloni acusa o prefeito de Penápolis de usar o poder público para coagir seu fechamento do grupo "Língua Solta", com 12 mil membros, configurando abuso eleitoral punível por cassação e inelegibilidade.

Na cidade de Penápolis, localizada a 492 km de São Paulo e com população de 63.317 habitantes segundo o último Censo, agente comunitária de saúde Elaine Cristina dos Santos Triveloni denunciou o prefeito Carlos Henrique Rossi Catalani (PSD) e a vice-prefeita Mirela Fink Hassan Rufato (Podemos) por suposto uso do poder político para pressioná-la ao fechamento do grupo "Língua Solta Penápolis", rede social com mais de 12 mil membros que há sete anos atua como espaço virtual de debate e reclamações da comunidade.

Contexto Institucional e Procedimentos Apurados

A denúncia foi protocolada na Justiça Eleitoral em 1º de outubro de 2023, com base em conversas anexadas ao processo que indicam envolvimento direto do servidor municipal Armando Soares, conhecido como Armandinho, chefe de Cultura da prefeitura e candidato a vereador pelo Novo, no intuito de obter vantagem política mediante coação laboral.

O caso revela tensões entre exercício do poder público e direitos fundamentais em âmbito municipal, especialmente diante da transferência forçada de Elaine para o bairro Silvia Costa em julho de 2022, sem justificativa formal, e da suspeita de que pressões iniciadas em janeiro de 2024 visavam silenciar críticas por meio da desativação do grupo virtual.

Ponto de Destaque

Mais de 12 mil membros participavam ativamente do grupo "Língua Solta Penápolis", que funcionava como praça pública virtual na cidade.

Repercussão Legal e Desdobramentos Políticos

O advogado eleitoral Alexandre Rollo destacou que as denúncias configuram abuso de poder político nos termos do art. 73, inciso V, da Lei 9.504/97 e do art. 22 da LC 64/90, sujeitando os envolvidos a multa, cassação de mandato e inelegibilidade por até oito anos caso comprovada a prática.

A coligação 'Simplicidade e Trabalho que Transformam', composta por PP, MDB, Podemos, PL e União Brasil, requer a cassação dos registros de candidatura dos investigados e enfatiza que o uso de servidores públicos para fins eleitorais viola princípios democráticos ao transformar aparato estatal em ferramenta de campanha.

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça Eleitoral deve definir o mérito do caso até dezembro de 2024, sob pena de suspensão dos direitos políticos dos acusados por até oito anos.

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio