Por volta das 11h, dez militares do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) iniciaram um esforço de reanimação de aproximadamente 50 minutos para o policial militar Lucas Duran da Silva, de 28 anos, retirado desacordado do Lago Paranoá após não retornar à superfície durante mergulho com colegas.
Contextualização Institucional e Procedimentos de Intervenção
A operação de resgate envolveu três viaturas terrestres, três aquáticas e uma aeronave do CBMDF, além de profissionais do Samu e equipamentos como desfibrilador externo automático (DEA), cilindro de oxigênio e sistema de ventilação, conforme relatado pelo tenente Laerte Ribeiro; a equipe alternou-se nas manobras de RCP para manter a continuidade do atendimento em um contexto de alta pressão fisiológica e risco elevado.
O acidente ocorreu durante treinamento de mergulho avançado realizado por quatro policiais militares do Batalhão de Policiamento Lacustre (BPMA), todos habilitados e em serviço no Lago Paranoá, sendo que Lucas Duran da Silva, integrante da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) há pouco mais de um ano, encontrava-se com o cilindro de mergulho intacto quando encontrado no fundo do reservatório por seu colega.
Dez bombeiros mantiveram 50 minutos seguidos as tentativas de reanimação do policial militar Lucas Duran da Silva no Lago Paranoá
Repercussão Institucional e Desdobramentos da Apuração
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o major Edimar O liveira confirmaram que o treinamento visava aprimorar a atuação dos policiais em ocorrências lacustres, com foco em patrulhamento, abordagens e salvamento em condições especiais de risco no Lago Paranoá.
As autoridades indicam que o quadro clínico inicial suspeita de barotrauma — lesão causada por variações bruscas de pressão na água — está sendo apurado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), órgão responsável pela perícia técnica e investigação das causas do acidente.
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