Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa, de 30 anos, veio a falecer na manhã de sexta-feira (16/10), após ser baleada na cabeça e tórax pelo ex-companheiro André Eduardo Alves da Silva, 40, durante ataque ocorrido na noite de quinta-feira (15/10) no conjunto residiencial Candagolândia, no Distrito Federal, fato que já mobiliza investigações policiais para apurar o configurado feminicídio.
Contexto Institucional e Histórico da Violência Doméstica
A apuração jornalística, baseada em depoimento da mãe da vítima, Josi Varela, e laudo inicial do Hospital Base do DF (HBDF), confirmou que a vítima foi submetida a agressão armada com arma de fogo de alta calibre, sendo o óbito imediato devido aos ferimentos cerebrais e torácicos, enquanto o suspeito permanece foragido desde o crime, sem registro de captura até a data da publicação.
Conforme apurado, Mayara havia registrado boletim de ocorrência contra André por ameaças verbais e xingamentos em data não especificada, além de responder a processo penal instaurado em janeiro de 2024 pelo suposto crime de violência contra a mulher, injúria e difamação, o qual tramita sob sigilo judicial imposto pelo magistrado competente.
Mayara Stephany Varela de Almeida Sousa morreu após ser baleada na cabeça e tórax pelo ex-companheiro André Eduardo Alves da Silva na Candagolândia (DF).
Repercussão Jurídica e Investigativa em Curso
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acionou as autoridades policiais para instaura inquérito formal com foco no crime qualificado de feminicídio, considerando o histórico de violência doméstica e a existência de medida protetiva não cumprida previamente.
Fontes próximas ao caso confirmam que André responde ainda a processo penal por atos ilícitos ocorridos em janeiro deste ano, incluindo agressões verbais reiteradas contra a vítima, conforme denúncia original apresentada à Justiça.



