Quatro indivíduos que cumprem pena na prisão federal de Fort Dix, em Nova Jersey (EUA), alegam que o empresário e artista Sean Diddy Combs desfruta de condições privilegiadas dentro da unidade prisional, com serviços de limpeza, lavagem de roupas, sessões de massagem e refeições exclusivas como frango ao curry, pizza e empanadas, enquanto utiliza aparelhos de telefone contrabandeados para acessar redes sociais e visualizar conteúdo sexual.
Contexto Prisional e Investigações da Justiça
As alegações foram formalizadas por meio de denúncia aos órgãos competentes e corroboradas por evidências visuais divulgadas pela NBC News, que exibiu gravações mostrando Diddy utilizando um celular em seu ambiente residencial dentro da prisão, além de ter acesso ao Instagram por meio de dispositivos ilícitos.
Segundo o registro judicial, Diddy foi sentenciado em outubro de 2025 a 50 meses de reclusão por transporte interestadual de pessoas com fins de prostituição, tendo sido absolvido das acusações de tráfico sexual, conspiração para extorsão e outros delitos graves como agressão física e tráfico humano.
O rapper cumpre 50 meses de prisão por transporte interestadual de pessoas para fins de prostituição, enquanto desfruta de refeições como frango ao curry e massagens em sua cela
Repercussão Institucional e Desdobramentos Legais
O porta-voz oficial de Sean Diddy Combs rebateu veementemente as acusações veiculadas pela NBC News, afirmando que ele continua cumprindo sua pena enquanto aguarda a decisão final do tribunal sobre seu recurso.
A Justiça federal ainda avalia o caso sob o crivo da ética prisional e dos direitos dos internos, com possíveis medidas disciplinares ou investigações internas que podem resultar em sanções adicionais ou benefícios processuais para o internamente agraciado.



