A expedição 'Amazonas a Pulmão', liderada pelo ambientalista colombiano Wilber Honório Muñoz, conhecido como 'Homem-Peixe', iniciou, às 4h da manhã, sua oitava e decisiva etapa — a travessia a nado da Baía do Marajó, no Pará, percorrendo aproximadamente 24 quilômetros em condições de extrema vulnerabilidade devido à forte maresia que comprometeu a visibilidade.
Contexto Histórico e O peracional da Expedição Amazônica
A travessia foi realizada como parte da jornada monumental que, desde Cusco (Peru), percorreu mais de 6.600 quilômetros a nado pela região amazônica, com o propósito explícito de conscientizar sobre a preservação ecológica e o combate à poluição plástica nos rios tropicais; segundo relatório técnico da equipe, a operação exigiu planejamento meticuloso, incluindo monitoramento por drone, lanchas e jets skis para garantir segurança em um ambiente fluvial sujeito a variáveis climáticas imprevisíveis.
O s antecedentes revelam que Wilber Honório Muñoz, após anos de atuação na defensa do bioma amazônico, consolidou-se como figura emblemática no movimento ambiental global ao escolher o nado como símbolo de resistência e conexão direta com o ecossistema hídrico, embora reconheça limitações estruturais ao afirmar, em declaração prévia, arrependimento por não ter recebido apoio governamental efetivo para a realização da expedição em Belém.
A travessia da Baía do Marajó representa mais de 6.600 quilômetros percorridos a nado desde Cusco até o Amazonas, evidenciando um compromisso sem precedentes com a causa ambiental.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Imediatos
Em pronunciamento à imprensa, o Corpo de Bombeiros do Estado do Pará confirmou a mobilização imediata de equipes aquáticas para as buscas, destacando que as condições climáticas adversas — marcadas por ondas intensas e baixa visibilidade — impediram o contato visual com o atleta após aproximadamente duas horas de travessia, gerando urgência na coordenação entre autoridades marítimas e voluntários locais.
O Ministério da Fazenda, através da Secretaria Especial do Meio Ambiente, reiterou seu apoio técnico à iniciativa, enquanto Wilber Muñoz, por meio de sua assessoria, manifestou preocupação com os riscos inerentes à ausência de estrutura logística adequada para operações de longa duração em zonas remotas.
O prazo crítico para localização do atleta é de 72 horas; após esse intervalo, as chances de sobrevivência caem drasticamente devido às condições adversas do ambiente aquático e à ausência de equipamentos de suporte imediato.



