Aos 23 anos, Tamara Klink contou à avó, Anna Francesca Wolf Bandeira, que pretendia navegar em solitário. Dona Anna foi a primeira e, por muito tempo, a única pessoa a conhecer os projetos de navegação da neta.
A relação é tão marcante que Tamara reservava os 50 minutos mensais de ligação via satélite para conversar com ela durante as viagens. Até hoje, alguns vídeos publicados pela velejadora no Instagram começam com a frase “Oi, vovó”, que virou um jargão entre seus seguidores.
Dona Anna também escolheu o nome “Sardinha” para o primeiro veleiro de Tamara, em referência ao tamanho pequeno da embarcação. A escritora destaca que, antes de ser navegadora, se considera neta da avó e aconselha as pessoas a valorizarem os encontros familiares.
Tamara Klink participará do Metrópoles Talks em Brasília no dia 2 de dezembro, às 20h, no Auditório Planalto do Ulysses Centro de Convenções. No encontro “Travessias pessoais: Desafios, coragem e o que aprendi sozinha no mar gelado”, ela abordará decisões em cenários de incerteza, medo, riscos e coragem para sair da zona de conforto.
