Na noite de sábado (12/9), Aldair Alves Sobrinho, 59 anos, conhecido como Dairinho, morreu em confronto com policiais militares na zona rural de Cromínia, no sul goiano, após ser localizado por uma equipe da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Caldas Novas durante operação de rastreamento.
Contexto Institucional e Investigação Preliminar do Caso
As investigações policiais confirmaram que o suspeito vinha sendo procurado desde 2 de agosto, após a morte da ex-companheira Lucivane Batista Tavares, 50 anos, e do namorado dela, o radialista Célio Pereira da Silva, 66 anos, ambos assassinados com golpes de faca.
Segundo laudo preliminar das autoridades, Aldair possuía medida protetiva em vigor que proibia seu acercamento à ex-parceira, medida que não foi cumprida após o crime, agravando a caracterização do feminicídio e homicídio doloso.
O suspeito havia matado a ex-companheira e o radialista com faca antes de ser localizado e abatido pela PM em confronto na zona rural de Cromínia.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
A morte do radialista Célio Pereira da Silva, que atuava na Rádio Fênix em Pontalina, gerou comoção entre colegas e familiares, com manifestações da categoria profissional e da população local sobre a gravidade do feminicídio registrado.
As autoridades competentes continuam apurando os detalhes técnicos do confronto que resultou na morte do suspeito, enquanto o caso segue sob análise jurídica para definição das responsabilidades penais e eventuais medidas administrativas.



