Na Alemanha, um movimento corporativo impulsionado por gigantes industriais como Mercedes-Benz e Stihl pressiona pela reversão da jornada de 35 horas semanais, proposta há quatro décadas, em um contexto de competitividade global que evidencia tensões entre tradição normativa e exigências do mercado internacional.
Contexto Histórico e Dinâmica da Pressão Empresarial
A Alemanha busca retomar jornada de 40 horas semanais, quatro décadas após a implementação da redução para 35 horas, em movimento impulsionado por setores industriais que enfrentam desafios de competitividade global.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Nacionais
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