Na terça-feira (20), a Prefeitura de Manaus suspendeu as aulas presenciais nas escolas da rede municipal em razão da deterioração da qualidade do ar, conforme comunicado oficial da Secretaria Municipal de Educação, medida fundamentada pelo boletim da Sepdec divulgado na véspera que registrou níveis críticos de poluição atmosférica na capital amazonense.
Contexto Sanitário e Decisão Administrativa
A decisão foi motivada pela constatação, registrada no boletim da Sepdec de segunda-feira (19), de que a qualidade do ar em Manaus atingiu níveis insalubres, com concentração de partículas finas (PM2.5) acima dos limites recomendados pela O rganização Mundial da Saúde, exigindo a adoção imediata de medidas protetivas para a população vulnerável, especialmente crianças e profissionais da educação.
As circunstâncias sanitárias, já críticas desde o início do mês, foram agravadas por um episódio de queimadas regionais e inversão térmica, conforme indicam os dados técnicos da Defesa Civil, justificando a necessidade de suspender temporariamente as atividades presenciais para preservar a saúde pública sem comprometer o andamento do calendário escolar.
A Prefeitura suspendeu as aulas presenciais em 64 escolas municipais, afetando mais de 30 mil estudantes durante a crise de poluição atmosférica.
Repercussão e O rientações Institucionais
A Secretaria Municipal de Educação determinou que as unidades escolares mantenham atividades remotas, com acompanhamento pedagógico contínuo e garantia de que o plano de aula será adaptado para garantir a continuidade do processo educativo sem prejuízo ao currículo.
Profissionais da educação foram orientados a registrar as ausências e comunicar eventuais dificuldades técnicas aos canais institucionais para assegurar o suporte necessário aos estudantes durante o período de suspensão.



