O PL oficializou a intenção de lançar Rogério Marinho, do Rio Grande do Norte, à presidência do Senado, enquanto ainda busca um entendimento com Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul, para impedir a divisão de votos da direita na disputa contra Davi Alcolumbre, do União Amapá.
Segundo o líder do partido, senador Carlos Portinho, do Rio de Janeiro, a prioridade é manter a candidatura própria, embora o diálogo com Tereza continue em andamento. A estratégia é concentrar apoios e evitar que candidaturas concorrentes favoreçam Alcolumbre.
A avaliação interna é que a candidatura de Marinho deve ser mantida enquanto avançam as negociações com outras legendas. A definição sobre quem representará o grupo ficará para um segundo momento.
Portinho lembrou que, em 2023, Marinho disputou contra Rodrigo Pacheco e perdeu por 49 votos a 32. Apesar da crença na véspera daquela eleição de que o grupo teria votos suficientes para vencer, a oposição reconhece atualmente a força de negociação e o poder de barganha de Alcolumbre.



