O s três policiais militares do 39º Batalhão da PM do Rio de Janeiro, alvos de mandados de prisão cumpridos em 10/9, foram denunciados por corrupção passiva militar por receberem pagamentos de comerciantes em troca de policiamento privilegiado na Clínica Fênix, em Belford Roxo.
Detalhamento e Contexto Apurado
Entre agosto e setembro de 2021, o trio negociou e recebeu valores que variaram de R$ 50 para R$ 100, conforme comprovado por mensagens e apurações do Gaesp, sendo um dos militares responsável pela mediação, negociação e coordenação das ações com a clínica. A O peração Patrinus, sexta fase deflagrada em maio de 2024 pelo Gaesp/MPRJ com apoio da Corregedoria-Geral da PM e da Seppen, resultou na prisão dos três militares no Bep, no presídio Joaquim Ferreira de Souza e em casa no Parque Rosário, em Nova Iguaçu, com dois já presos anteriormente por outro processo.
Informações apuradas com confirmação das fontes e órgãos responsáveis.
Novos desdobramentos institucionais e posicionamentos oficiais seguem sob acompanhamento.



