Enquanto o Tottenham busca uma saída consensual para Richarlison, o atacante enfrenta impedimento de registro na Premier League, com contrato válido até junho de 2027 e uma rescisão unilateral por justa causa que exige acordo financeiro entre 35 e 40 milhões de euros entre Everton-ING e Trabzonspor-TUR, situação que se complica diante da lanterna da equipe londrina na temporada e da janela de transferências que só se abrirá em janeiro de 2027.
Contexto Institucional e Procedimentos de Rescisão
A apuração aponta que Richarlison, apesar de ter contrato vigente até junho de 2027, não foi inscrito pelo Tottenham para a presente temporada da Premier League, gerando desgaste técnico e operacional ao clube, que permanece na lanterna com dois pontos somados após seis rodadas.
O jogador e seu estafe têm tentado a rescisão unilateral por justa causa com base na alegação de impedimento de exercer sua profissão, já que as tentativas de rescisão amigável com Everton-ING e Trabzonspor-TUR não resultaram em acordo financeiro entre 35 e 40 milhões de euros, enquanto o Vasco optou por não avançar com empréstimo devido à limitação da FIFA para negociações desse modelo.
Richarlison corre risco de ficar sem clube após esgotar o contrato em junho de 2027 sem possibilidade de inscrição na Premier League
Repercussões Jurídicas e Cenários Futuros
O caso segue sob análise jurídica rigorosa, com precedentes como o de Renan Lodi, que conseguiu rescisão unilateral com o Al-Hilal ao alegar impedimento similar, posteriormente sendo contratado pelo Atlético-MG.
Com a janela de transferência reabrindo em janeiro de 2027, Richarlison poderá ser inscrito pelo Tottenham ou negociado livremente caso permaneça no clube londrino até o último semestre do contrato vigente.



