São Paulo — A Prefeitura de São Paulo assina nesta terça-feira (27/10) dois convênios de cooperação com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) para utilização do sistema de monitoramento Smart Sampa no combate ao crime organizado e violência doméstica. A ação acontece após a gestão municipal afastar um servidor público acusado pela própria administração de vazar dados do programa.De acordo com a prefeitura, os acordos já estavam em negociação há quatro meses. O primeiro deles será firmado com os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e vai permitir que a promotoria possa utilizar a ferramenta no auxílio às atividades de investigação, prevenção e repressão ao crime.3 imagensFechar modal.1 de 3Divulgação2 de 3Funcionários trabalhando na sala do Smart Sampa no momento em que Tarcísio e Nunes visitaram localPrefeitura de São Paulo/Divulgação3 de 3Prefeitura de São Paulo lança app e helicóptero integrados ao Smart SampaRenato Pinheiro/Prefeitura de São PauloJá o segundo acordo, que também será assinado com o MPSP, prevê a utilização das câmeras para auxiliar na identificação de agressores domésticos que ainda não tenham sido notificados pela Justiça sobre medidas protetivas. Leia também São PauloJustiça de SP pediu perícia independente sobre funcionamento do Smart Sampa Vinicius PassarelliJanaína cobra prefeitura sobre vazamento do Smart Sampa: “Preocupante” São PauloVereadora pede CPI do Smart Sampa após denúncia de vazamento São PauloSmart Sampa: Nunes diz que vazamentos eram “isca” para acessos indevidos O sistema conta com mais de 50 mil câmeras distribuídas por todas as regiões da cidade. Em outubro do ano passado, a gestão municipal firmou um Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo, em que equipes da PF passaram a ocupar as instalações do Smart Sampa. O programa também está integrado ao Muralha Paulista, sistema de monitoramento do Governo do Estado.A prefeitura diz que, desde a implementação, em novembro de 2024, o reconhecimento facial possibilitou à Guarda Civil Metropolitana (GCM) capturar mais de 3.630 foragidos da Justiça, realizar mais de 6.900 prisões em flagrante e identificar mais de 3.950 ocorrências envolvendo veículos roubados, furtados ou adulterados, de acordo com a Prefeitura.Vazamento de DadosNo último dia 20/10, a Prefeitura de São Paulo afastou um servidor público acusado pela própria administração municipal de vazar dados do programa de monitoramento de segurança Smart Sampa. A gestão classifica o vazamento como “ato criminoso”.A prefeitura nega que o vazamento, divulgado pelo portal Uol, represente uma falha de segurança. Segundo a publicação, dados do Smart Sampa, que deveriam ser restritos, estavam expostos na internet em um repositório público há cerca de um ano. Os dados de 58 mil câmeras, segundo a reportagem, incluíam 181 logins e senhas de usuários autorizados do sistema.Na semana passada, o Ministério Público (MPSP) afirmou que deve apurar o vazamento de dados do programa do Smart Sampa. Em nota, a Promotoria informou que, neste momento, ainda não há uma investigação formal, mas que uma notícia de fato foi instaurada de ofício pela secretaria da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público.O caso será sorteado para um promotor que deverá analisá-lo e decidir se deverá ser instaurado um inquérito civil.
Prefeitura de SP assina nesta terça acordo com MPSP para uso do Smart Sampa
Locução neural da Yumi IA em português

- São Paulo — A Prefeitura de São Paulo assina nesta terça-feira (27/10) dois convênios de cooperação com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) para utilização do sistema de monitoramento Smart Sampa no combate ao crime organizado e violência doméstica. A ação acontece após a gestão municipal afastar um servidor público acusado pela própria administração de vazar dados do programa.De acordo com a prefeitura, os acordos já estavam em negociação há quatro meses. O primeiro deles será firmado com os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e vai permitir que a promotoria possa utilizar a ferramenta no auxílio às atividades de investigação, prevenção e repressão ao crime.3 imagensFechar modal.1 de 3Divulgação2 de 3Funcionários trabalhando na sala do Smart Sampa no momento em que Tarcísio e Nunes visitaram localPrefeitura de São Paulo/Divulgação3 de 3Prefeitura de São Paulo lança app e helicóptero integrados ao Smart SampaRenato Pinheiro/Prefeitura de São PauloJá o segundo acordo, que também será assinado com o MPSP, prevê a utilização das câmeras para auxiliar na identificação de agressores domésticos que ainda não tenham sido notificados pela Justiça sobre medidas protetivas. Leia também São PauloJustiça de SP pediu perícia independente sobre funcionamento do Smart Sampa Vinicius PassarelliJanaína cobra prefeitura sobre vazamento do Smart Sampa: “Preocupante” São PauloVereadora pede CPI do Smart Sampa após denúncia de vazamento São PauloSmart Sampa: Nunes diz que vazamentos eram “isca” para acessos indevidos O sistema conta com mais de 50 mil câmeras distribuídas por todas as regiões da cidade. Em outubro do ano passado, a gestão municipal firmou um Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo, em que equipes da PF passaram a ocupar as instalações do Smart Sampa. O programa também está integrado ao Muralha Paulista, sistema de monitoramento do Governo do Estado.A prefeitura diz que, desde a implementação, em novembro de 2024, o reconhecimento facial possibilitou à Guarda Civil Metropolitana (GCM) capturar mais de 3.630 foragidos da Justiça, realizar mais de 6.900 prisões em flagrante e identificar mais de 3.950 ocorrências envolvendo veículos roubados, furtados ou adulterados, de acordo com a Prefeitura.Vazamento de DadosNo último dia 20/10, a Prefeitura de São Paulo afastou um servidor público acusado pela própria administração municipal de vazar dados do programa de monitoramento de segurança Smart Sampa. A gestão classifica o vazamento como “ato criminoso”.A prefeitura nega que o vazamento, divulgado pelo portal Uol, represente uma falha de segurança. Segundo a publicação, dados do Smart Sampa, que deveriam ser restritos, estavam expostos na internet em um repositório público há cerca de um ano. Os dados de 58 mil câmeras, segundo a reportagem, incluíam 181 logins e senhas de usuários autorizados do sistema.Na semana passada, o Ministério Público (MPSP) afirmou que deve apurar o vazamento de dados do programa do Smart Sampa. Em nota, a Promotoria informou que, neste momento, ainda não há uma investigação formal, mas que uma notícia de fato foi instaurada de ofício pela secretaria da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público.O caso será sorteado para um promotor que deverá analisá-lo e decidir se deverá ser instaurado um inquérito civil.
São Paulo — A Prefeitura de São Paulo assina nesta terça-feira (27/10) dois convênios de cooperação com o Ministério Público de São Paulo (MPSP) para utilização do sistema de monitoramento Smart Sampa no combate ao crime organizado e violência doméstica. A ação acontece após a gestão municipal afastar um servidor público acusado pela própria administração de vazar dados do programa.De acordo com a prefeitura, os acordos já estavam em negociação há quatro meses. O primeiro deles será firmado com os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e vai permitir que a promotoria possa utilizar a ferramenta no auxílio às atividades de investigação, prevenção e repressão ao crime.3 imagensFechar modal.1 de 3Divulgação2 de 3Funcionários trabalhando na sala do Smart Sampa no momento em que Tarcísio e Nunes visitaram localPrefeitura de São Paulo/Divulgação3 de 3Prefeitura de São Paulo lança app e helicóptero integrados ao Smart SampaRenato Pinheiro/Prefeitura de São PauloJá o segundo acordo, que também será assinado com o MPSP, prevê a utilização das câmeras para auxiliar na identificação de agressores domésticos que ainda não tenham sido notificados pela Justiça sobre medidas protetivas. Leia também São PauloJustiça de SP pediu perícia independente sobre funcionamento do Smart Sampa Vinicius PassarelliJanaína cobra prefeitura sobre vazamento do Smart Sampa: “Preocupante” São PauloVereadora pede CPI do Smart Sampa após denúncia de vazamento São PauloSmart Sampa: Nunes diz que vazamentos eram “isca” para acessos indevidos O sistema conta com mais de 50 mil câmeras distribuídas por todas as regiões da cidade. Em outubro do ano passado, a gestão municipal firmou um Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo, em que equipes da PF passaram a ocupar as instalações do Smart Sampa. O programa também está integrado ao Muralha Paulista, sistema de monitoramento do Governo do Estado.A prefeitura diz que, desde a implementação, em novembro de 2024, o reconhecimento facial possibilitou à Guarda Civil Metropolitana (GCM) capturar mais de 3.630 foragidos da Justiça, realizar mais de 6.900 prisões em flagrante e identificar mais de 3.950 ocorrências envolvendo veículos roubados, furtados ou adulterados, de acordo com a Prefeitura.Vazamento de DadosNo último dia 20/10, a Prefeitura de São Paulo afastou um servidor público acusado pela própria administração municipal de vazar dados do programa de monitoramento de segurança Smart Sampa. A gestão classifica o vazamento como “ato criminoso”.A prefeitura nega que o vazamento, divulgado pelo portal Uol, represente uma falha de segurança. Segundo a publicação, dados do Smart Sampa, que deveriam ser restritos, estavam expostos na internet em um repositório público há cerca de um ano. Os dados de 58 mil câmeras, segundo a reportagem, incluíam 181 logins e senhas de usuários autorizados do sistema.Na semana passada, o Ministério Público (MPSP) afirmou que deve apurar o vazamento de dados do programa do Smart Sampa. Em nota, a Promotoria informou que, neste momento, ainda não há uma investigação formal, mas que uma notícia de fato foi instaurada de ofício pela secretaria da Promotoria de Justiça do Patrimônio Público.O caso será sorteado para um promotor que deverá analisá-lo e decidir se deverá ser instaurado um inquérito civil.
Verificação Editorial Giro Mix News
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