Na manhã de segunda-feira (14/9), a psicóloga Natacha O liveira, 28 anos, foi agredida por um homem de 28 anos dentro do vagão exclusivo para mulheres do Metrô-DF, na estação Praça do Relógio, em Taguatinga, Distrito Federal, sofrendo fratura no joelho com afundamento ósseo de 11 milímetros que a deixou imobilizada e sob aguardo de cirurgia para inserção de pinos.
Investigações e Procedimentos O ficiais
A apuração jornalística constatou que o suspeito havia ocupado o vagão exclusivo para mulheres desde a estação de Ceilândia Norte, após uma discussão com uma passageira que tentou, sem sucesso, desativar a válvula de segurança do compartimento, gerando reação de fúria do agressor que avançou sobre outras mulheres; o incidente foi registrado por Natacha O liveira, que relatou ao vivo a destruição de seu joelho e a incapacidade de receber atendimento imediato da companhia.
Conforme depoimento colhido por meio de registro formal e compartilhamento em rede social, o Metrô-DF foi acionado para esclarecer a ausência de viatura disponível para socorro e a inexistência de fiscalização efetiva no vagão exclusivo, mas até o momento da publicação não obteve resposta oficial.
Natacha O liveira sofreu fratura com afundamento ósseo de 11 milímetros no joelho, exigindo cirurgia para inserção de pinos.
Repercussão Jurídica e Posicionamentos
O Metrô-DF foi formalmente notificado pela reportagem via solicitação oficial para prestar esclarecimentos sobre a disponibilidade de viatura no momento do incidente e as medidas adotadas no âmbito da segurança do vagão exclusivo para mulheres, permanecendo em silêncio até a publicação desta matéria; já a psicóloga Natacha O liveira afirmou que o atendimento prestado foi "superficial" e que aguarda suporte institucional tanto físico quanto psicológico.
Especialistas em direitos humanos e segurança pública já iniciaram análise préliminar sobre possível descumprimento de protocolos mínimos de proteção em sistemas de transporte coletivo, com possibilidade de abertura de procedimento investigativo interno ou ação civil pública caso se comprove negligência institucional.



