O Partido Liberal oficializou nesta quarta-feira (4) a candidatura do senador Rogério Marinho à presidência do Senado Federal. O anúncio foi feito após reunião da legenda na sede do partido em Brasília. A eleição para o comando da Casa está marcada para 1º de fevereiro e depende da articulação de apoios entre os senadores.
Marinho, que coordenou a campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro, disputa a vaga com o atual presidente Davi Alcolumbre, que busca a reeleição, e com a senadora Tereza Cristina. Para vencer, são necessários pelo menos 41 votos; como o PL terá 29 senadores em 2027, Marinho precisará do apoio de mais 12 parlamentares.
Durante a reunião, o senador afirmou que priorizará pautas consideradas importantes para o bolsonarismo, como o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal e a anistia para condenados pelos atos de 8 de janeiro. Ele declarou que sua gestão seria 'a salvaguarda da Constituição' e que não será omissa nos temas relevantes.
Marinho também criticou as articulações do atual presidente, acusando-o de cooptar votos por meio de verbas e vantagens. Ele lembrou ainda sua derrota para Rodrigo Pacheco em 2023 e promete que, se eleito, respeitará a proporcionalidade e abrirá espaços para os demais partidos na Casa.



