A pesquisa Quaest, registrada no TSE sob o protocolo RJ-08748/2026 e divulgada em 25 de agosto, aponta Flávio Bolsonaro (PL) com 31% e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 29% na corrida presidencial no Rio de Janeiro, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais, conforme os dados coletados entre 21 e 24 de agosto junto a 1.302 eleitores com confiança de 95%.
Contexto Institucional e Metodológico da Pesquisa Eleitoral
A pesquisa Quaest, conduzida por meio de amostragem estratificada em domicílios particulares no Rio de Janeiro, entrevistou 1.302 eleitores de forma aleatória estratificada, obedecendo aos critérios de representatividade populacional e ao registro técnico no TSE sob o número RJ-08748/2026, com margem de erro de três pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%, garantindo a robustez estatística do levantamento realizado entre os dias 21 e 24 de agosto.
Além dos percentuais oficiais, o estudo revelou que 16% dos entrevistados permanecem indecisos, enquanto outros 16% se classificam como brancos, nulos ou simplesmente não manifestam intenção de voto, configurando um cenário complexo de comportamento eleitoral que exige análise minuciosa dos fatores determinantes.
Flávio Bolsonaro e Lula aparecem tecnicamente empatados na corrida presidencial do Rio de Janeiro, com diferença inferior à margem de erro de três pontos percentuais.
Repercussão Política e Diretrizes do Candidato
A liderança de Flávio Bolsonaro se consolida em meio a um cenário de polarização nacional, onde o apoio ao senador se manifesta principalmente entre eleitores que consideram o governo federal negativo (45%), enquanto apenas 24% avaliam seu governo como positivo; essa divisão reflete a intensidade das críticas institucionais ao presidente Lula e reforça a estratégia de campanha baseada na continuidade da agenda conservadora.
Especialistas apontam que o empate técnico entre os dois principais candidatos sugere que decisões judiciais em andamento, como a ação do STF sobre a elegibilidade do ex‑presidente, bem como eventuais alianças regionais no segundo turno, poderão determinar o rumo definitivo da disputa presidencial no estado mais populoso do país.



