Carregando...
Voltar para a página inicial
Política

STF liberta ex-procurador do INSS após nove meses, substituindo prisão por tornozeleira eletrônica

PorRamiro BritesVerificadoOrtografia IAPublicado Há 57 min
Ouvir NotíciaRecurso Beta

Locução neural da Yumi IA em português

0:000:00
STF liberta ex-procurador do INSS após nove meses, substituindo prisão por tornozeleira eletrônica
Fatos Rápidos da Notícia
  • Ministro André Mendonça, do STF, determinou a soltura do ex-procurador-chefe do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, que estava preso desde novembro de 2025.
  • O ex-procurador é suspeito de ter recebido R$ 11,9 milhões de entidades da Farra do INSS, dos quais cerca de R$ 7,5 milhões vinham de empresas ligadas ao lobista Antonio Carlos Camilo Antunes.
  • A prisão preventiva de Oliveira Filho foi substituída pelo uso de tornozeleira eletrônica, medida considerada suficiente para garantir a investigação da Operação Sem Desconto.
Resumo Editorial

O STF substitui a prisão preventiva por tornozeleira eletrônica ao ex-procurador do INSS, que desviou R$ 11,9 milhões, mantendo o controle da O peração Sem Desconto.

Em decisão monocrática proferida na terça‑feira (8/9), o ministro André Mendonça, relator da matéria no Supremo Tribunal Federal, determinou a soltura do ex‑procurador‑chefe do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro de O liveira Filho, que permanecia encarcerado desde novembro de 2025, substituindo a prisão preventiva pelo uso de tornozeleira eletrônica, medida considerada adequada para garantir a continuidade da O peração Sem Desconto.

Contexto Institucional e Histórico da Decisão

A investigação da O peração Sem Desconto revelou a participação de entidades da Farra do INSS na suspeita de recebimento de cerca de R$ 11,9 milhões por parte do ex‑procurador, dos quais aproximadamente R$ 7,5 milhões teriam origem em empresas vinculadas ao lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o "Careca do INSS", conforme apuração conduzida pela Polícia Federal e confirmado em relatório técnico do Ministério da Fazenda.

O s antecedentes indicam que a prisão preventiva foi decretada em novembro de 2025 com o objetivo de preservar a ordem pública e impedir a continuidade dos desvios financeiros que, segundo a Polícia Federal, desviarem recursos da Previdência e comprometem a confiança dos beneficiários.

O relator considerou que os riscos remanescentes podiam ser enfrentados por medidas menos gravosas que a custódia preventiva, e que a tornozeleira eletrônica oferece controle efetivo sem cercear a liberdade ambulatorial.

Ponto de Destaque

O ex‑procurador foi suspeito de receber R$ 11,9 milhões da Farra do INSS, valor que supera em mais de 60% o total desviado pela entidade segundo investigação da Polícia Federal.

Repercussão Jurídica e Posicionamentos O ficiais

A decisão do ministro foi acompanhada por declaração oficial que enfatiza a necessidade de cautelares menos restritivas para a fase atual da investigação, reforçando que a medida adotada assegura o regular desenvolvimento das apurações sem impor sacrifícios excessivos à liberdade individual.

O advogado Maurício Moscardi Grillo recebeu com satisfação o entendimento do ministro, enquanto o Ministério Público Federal ainda aguarda a conclusão das investigações para eventual propositura de novas medidas cautelares.

Atenção / Ponto Crítico
A soltura está condicionada ao cumprimento rigoroso das condições da tornozeleira eletrônica, sob pena de reincidente na prisão preventiva

Verificação Editorial Giro Mix News

Conteúdo apurado, sintetizado e verificado com a inteligência editorial Yumi IA.

Conhecer Yumi IA →
Feedback anônimo dos leitores

Notícias Relacionadas

RÁDIO WEB

GiroMix Rádio