Na manhã de segunda-feira, 21 de setembro, o empresário Bruno Avelar, 41 anos, embarcou em helicóptero com o empresário e influenciador digital Rick (Rick & Renner) e o videomaker Paulo, iniciando rota terrestre de Balneário Camboriú para Criciúma após partida de avião; o desaparecimento da aeronave, que perdeu contato com as autoridades pouco depois do início da operação aérea, gerou amplo cerco de busca e ressaltou fragilidades nos protocolos de segurança em voos regionais da iniciativa privada.
Contexto e Antecedentes da Viagem de Helicóptero
A apuração jornalística revelou que o helicóptero, operado por empresa não identificada no momento, iniciou sua trajetória terrestre em aeronave leve antes de seguir para o voo aéreo de helicóptero, com Bruno Avelar tendo registrado previamente em vídeo o início da jornada e deixado mensagem para seu filho; a ausência de contato imediato após a partida gerou alarme em meios empresariais e de segurança aérea, dada a rota previsível entre cidades catarinenses de grande movimentação turística e econômica.
O contexto histórico indica que Bruno Avelar, palestrante motivacional e sócio de empresa de tecnologia com atuação nacional, vinha participando de agenda intensa de palestras corporativas quando realizou a viagem, com intenção explícita de documentar o trajeto para seu público no Instagram, conforme evidenciado por postagem anterior contendo imagens da decolagem e áudio com discurso sobre visitas a 'confrades' e 'amigos' do setor.
Bruno Avelar desapareceu após 2h30min de voo sem contato com equipes de busca na rota entre Balneário Camboriú e Criciúma.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Imediatos
Autoridades da Aeronáutica Civil (ANAC) acionaram protocolos de emergência e coordenaram com a Força Aérea Brasileira equipes de busca aeroportuária e terrestre, enquanto o Ministério da Infraestrutura determinou a abertura formal de investigação sobre a operacionalidade da aeronave envolvida no incidente.
O episódio colocou em evidência a responsabilidade civil das empresas que contratam serviços aéreos privados para transporte executivo, com especial foco nas normas de segurança exigidas pela legislação brasileira vigente para operações de helicóptero em rotas curtas.



