Na quinta-feira (20), a apresentadora Adriane Galisteu confirmou publicamente que seu filho, Vittorio Galisteu Iódice, de 16 anos, abandonou o Brasil e iniciou estudos em um internato na Suíça, especificamente no College du Leman, instituição localizada em Versoix, a aproximadamente 15 km de Genebra, onde desembolsará cerca de R$ 755 mil anuais em francos suíços.
Contexto Institucional e Características do Internato
A apuração jornalística confirmou que o College du Leman, escola de elite internacional que acolhe estudantes de 10 a 18 anos oriundos de mais de 120 nacionalidades, oferece modalidade de boarding school com estrutura completa: moradia supervisionada por house parents, alimentação elaborada por chefs, atividades extracurriculares estruturadas e monitoramento contínuo durante o período letivo.
Fundamentais para a decisão da apresentadora, o custo elevado do internato — equivalente a R$ 755 mil anuais em francos suíços — reflete não apenas a exclusividade do modelo educacional, mas também a intenção de proporcionar ao adolescente um ambiente propício à maturidade pessoal e acadêmica, conforme destacado pela própria Galisteu em publicação no Instagram.
O College du Leman cobra anualmente o valor de 117.500 francos suíços, equivalente a aproximadamente R$ 755 mil, para garantir ao aluno acomodação, refeições premium, atividades montanhosas e supervisão constante.
Repercussão e Desdobramentos Futuro
A decisão da apresentadora gerou discussão sobre os limites do privilégio socioeducacional no Brasil, com especialistas apontando que o investimento reflete uma estratégia comum entre famílias de alto poder aquisitivo para garantir formação globalizada, embora também tenha sido questionada em razão da cedo afastamento do convívio familiar imediato.
Especialistas em educação internacional indicam que Vittorio seguirá um currículo bilingue rigoroso com ênfase em línguas e disciplinas internacionais, preparando-o para trajetória acadêmica no exterior, enquanto a família deve manter contato assíduo por meio de visitas programadas às férias.
O jovem deverá permanecer no exterior pelo menos três anos completos, com renovação anual do contrato de internato que pode acarretar multa rescisória se interrompido antes do término do ciclo escolar previsto.



