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Polícia

Luzia Carolina Nunes é detida por estelionato após fraude com Pix em Belém

PorSarah CarvalhoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 19 min
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Luzia Carolina Nunes é detida por estelionato após fraude com Pix em Belém
Fatos Rápidos da Notícia
  • A mulher Luzia Carolina Nunes do Espírito Santo foi presa preventivamente na manhã de 13, suspeita de estelionato em Belém após solicitar empréstimo alegando que mercadorias estavam retidas pela Receita Federal
  • Entre 31 de agosto e 1º de setembro, a vítima transferiu R$ 15 mil via Pix, dos quais R$ 5 mil foram devolvidos parcialmente e R$ 10 mil não restituídos
  • A prisão foi decretada pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial, considerando risco de reiteração criminosa e outros procedimentos por crimes semelhantes
Resumo Editorial

Luzia Carolina Nunes responde por estelionato, com fraude via Pix que sonegou mais de R$ 10 mil após golpe envolvendo empréstimo simulado com a Receita Federal.

Na manhã de 13 de setembro de 2023, a Polícia Civil de Belém efetuou a prisão preventiva de Luzia Carolina Nunes do Espírito Santo, suspeita de aplicar golpe mediante simulação de situação administrativa com a Receita Federal para obter empréstimo fraudulento.

Contexto Institucional e Histórico da Investigação

A investigação que culminou na prisão preventiva teve início após denúncia formal da vítima, Marilena Ribeiro Dias, que relatou ter sido enganada pela investigada por meio de negociação iniciada em uma plataforma comercial no Instagram, onde ambas se conheceram em julho de 2023 para discutir a compra de uma bolsa de couro.

Conforme o depoimento da vítima e os registros periciais das transferências via Pix, entre 31 de agosto e 1º de setembro, foram efetuados pagamentos totais de R$ 15 mil, dos quais R$ 5 mil foram devolvidos parcialmente, enquanto o montante restante permanece não restituído, configurando conduta típica de estelionato segundo o artigo 171 do Código Penal.

Ponto de Destaque

Mais de R$ 10 mil foram transferidos via Pix sem devolução, configurando fraude documental com prejuízo comprovado.

Repercussão Jurídica e Caminhos da Apuração

A decisão judicial que autorizou a prisão preventiva destacou o risco de reiteração criminosa decorrente da suspeita de envolvimento em casos similares em andamento, além da ausência de garantias reais sobre os bens alegados como retidos pela Receita Federal.

As autoridades competentes devem encaminhar o caso ao Ministério Público para análise da configuração penal agravada e eventuais medidas cautelares complementares no âmbito do processo criminal.

Atenção / Ponto Crítico
A Justiça deve aplicar sanção penal conforme artigo 171 do Código Penal se comprovado o dolo e a conduta fraudulenta reiterada.

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